• Módulo II- Gênero

    Modulo II- Direitos Humanos e enfrentamentos das Violências e Desigualdades de Gênero

    Este módulo pretende oferecer oportunidades de discussão sobre as relações de gênero nas sociedades contemporâneas e seus impactos na esfera pública e privada. O programa inclui uma breve genealogia do conceito de gênero e dos seus diferentes usos nas sociedades contemporâneas. Discute-se gênero como uma relação social e um princípio de divisão das desigualdades em nossas sociedades.

    Conteúdo:

    1. Socialização e gênese das disposições de gênero;

    2. Corpo e gênero, historicizar para desnaturalizar;

    3. Uma revolução silenciosa: o aumento da escolaridade feminina;

    4. Gênero e políticas públicas: um olhar sobre os indicadores sociais;


    Obs: Cronograma sujeito a alterações.

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      Disponível se: Você faz parte de Gênero

    • A MULHER NO CICO DE PRODUÇÃO CAPITALISTA - Prof. Luciana Dadico (UFMT)

      30/04 | Das 9h às 13h


      A aula será transmitida via nosso canal Diversidades no Youtube.

      1. Conteúdos abordados:

      • Conceitos elementares: mulher, classe social, interseccionalidades; 
      • A situação da mulher no debate político; 
      • A contribuição de Heleieth Saffioti;
      • A contribuição de Silvia Federici;
      • Releituras feministas do pensamento de esquerda;
      • Da Colônia à República: mulheres na sociedade brasileira; o Direitos civis, políticos e sociais; o Mulheres negras, brancas e indígenas;
      • Presença das mulheres nos partidos políticos e movimento sindical;
      • Família: direito, proteção ou opressão?
      • Mulheres na cultura: a sexualidade e o corpo feminino;
      • Vida cotidiana: território político. Aula expositiva e dialogada, seguida de discussão. 

      2. Leituras obrigatórias:

      • SOUZA-LOBO, Elisabeth. A classe operária tem dois sexos: trabalho, dominação e resistência. 3a. Ed. São Paulo: Expressão Popular/Perseu Abramo, 2021. [cap.1, pp. 29-82] FEDERICI, Silvia.
      • O feminismo e a política dos comuns. In: HOLLANDA, Heloísa Buarque de. (Org.). Pensamento feminista: conceitos fundamentais. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2019. [pp. 379-396]


      3. Conteúdo complementar:

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      SOUZA-LOBO, Elisabeth. A classe operária tem dois sexos: trabalho, dominação e resistência. 3a. Ed. São Paulo: Expressão Popular/Perseu Abramo, 2021. [cap.1, pp. 29-82] FEDERICI, Silvia.

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      O feminismo e a política dos comuns. In: HOLLANDA, Heloísa Buarque de. (Org.). Pensamento feminista: conceitos fundamentais. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2019. [pp. 379-396]

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      Aberto: terça-feira, 3 mai. 2022, 00:00
      Vencimento: terça-feira, 10 mai. 2022, 23:59

      Atividade obrigatória da Aula 01 - Módulo II - Violência e Desigualdades de Gênero:

      O enredo do filme Desmundo aborda a questão da importação de meninas órfãs portuguesas para casamentos forçados com os colonos estabelecidos no Brasil desde o século XVI.

      A partir da aula do dia 30/04 e textos indicados para leitura, teça um comentário sobre:

      a) O papel que vai sendo progressivamente atribuído à mulher na passagem do sistema feudal para o modo capitalista de produção;

      b) Como essas transformações sociais articulam-se com a empresa colonial;

      c) As repercussões desta organização social para os lugares estruturalmente assumidos por mulheres brancas, negras e indígenas no Brasil atual.

      Disponível se: Você faz parte de Gênero

    • ODS, GÊNERO E PROMOÇÃO DA IGUALDADE - Prof. Graziela Perosa (EACH-USP)

      07/05 | Das 9h às 13h

      Link da aula: https://www.youtube.com/watch?v=fcNa3Ix0wQc

      1. Leituras obrigatórias
      • SCOTT, Joan. Gênero: Uma Categoria Útil de Análise Histórica. Educação&Amplicação. 1995. v, 20. n, 2. 
      • WOLF, Virgínia. Um Teto Todo Seu. São Paulo: Círculo do Livro, 1928.

    • Arquivo ícone

      SCOTT, Joan. Gênero: Uma Categoria Útil de Análise Histórica. Educação&Amplicação. 1995. v, 20. n, 2. 

    • Arquivo ícone

      WOLF, Virgínia. Um Teto Todo Seu. São Paulo: Círculo do Livro, 1928.


    • FEMINISMO NEGRO E FEMINISMO INDÍGENA - Profa. Tatiana Oliveira (CELACC-ECA-USP) e Profa. Tatiana Azeñas (CELACC-ECA-USP)

      🔅 Mediação - Eliane Almeida (EACH-USP)

      🔸Módulo II (Gênero) e III (Raça/Etnia)

      14/05 | Das 9h às 13h

      1. Aula: Feminismo Negro e Feminismo Indígena

      Acompanhe a transmissão ao vivo pelo nosso canal Diversidades USP no Youtube



    • Aula 3. 

      Interseccionalidade de gênero e relações sociais - profa. Luciana Dadico (UFMT)

      Dia 21.05 | Às 9h

      A aula será transmitida via nosso canal Diversidades USP no Youtube


      1. Conteúdos abordados:

      ·         Discutindo gênero;

      ·         Interpelações do feminismo negro;

      ·         Formas de interseccionalidade;

      ·         Interseccionalidade ou consubstancialidade?

      ·         Preconceito e relações sociais;

      ·         Mulheres negras no mercado de trabalho;

      ·         Racismo e sexismo à moda brasileira;

      ·         Relações afetivas das mulheres negras;

      ·         Branqueamento, miscigenação e relações amorosas;

      ·         O ocaso do indivíduo e o papel da família;

      ·         Indústrias culturais e a reprodução das imagens sociais;

      ·         Orientação sexual e invisibilização social;

      ·         Sexualidade, preconceito e dominação;

      ·         Políticas de redistribuição e reconhecimento;

      ·         Reafirmando identidades: uma estratégia social e política;

      ·         Questões relevantes: deficiência, idade, origem, cultura.

       Aula expositiva e dialogada, seguida de discussão.

       2. Materiais recomendados:

      HIRATA, H. Interseccionalidade e consubstancialidade das relações sociais: gênero, classe e raça. Tempo Social: revista de Sociologia da USP, v.26, n.1, 2014, 61-73.

      SCOTT, J. Gênero: uma categoria útil de análise histórica. Educação & Realidade, 20(2), jun/dez 1995, 71-99.

      Curta-metragem: Cores e botas, de Juliana Vicente, 2011. Em:

       

      Leitura complementar:

      DAVIS, A. Mulheres, raça e classe. Trad. Heci Regina Candiani. São Paulo: Boitempo, 2016.



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      Aberto: segunda-feira, 23 mai. 2022, 00:00
      Vencimento: segunda-feira, 30 mai. 2022, 23:59

      Estudo Dirigido – Aula Interseccionalidades das Relações Sociais

       

      O enredo do curta-metragem Cores e botas, de Juliana Vicente, narra a história de uma criança negra que, inspirada por programas televisivos infantis, sonha ser, dançar e cantar como uma “paquita”, e que ao descobrir gradativamente o modo como crianças e jovens negras são excluídas desse universo, precisa refazer os seus sonhos e projetos de vida.

      A partir da aula do dia 21/05 e textos indicados para leitura, discuta como:

      a)      imagens de controle são construídas e recebidas por meio de programas televisivos;

      b)      como essas imagens afetam as relações sociais, contribuindo para a subalternização das mulheres e das mulheres negras em especial;

      c)      como, considerando não apenas medidas afirmativas, mas também transformativas, seria possível caminhar na direção de uma sociedade mais justa e igualitária.


      Disponível se: Você faz parte de Gênero

    • DESIGUALDADE DE GÊNERO NO TRABALHO - Profa. Rafaela Cyrino (UFSJ)

      28/05 | Das 9h às 13h

      Aula 4 - Desigualdade de gênero no trabalho

      A aula será transmitida via nosso canal Diversidades USP no Youtube.

      Link da transmissão ao vivo: 


      Rafaela Cyrino é professora do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ). Doutora em Sociologia pela Universidade Federal de Minas Gerais, realizou estudo pós-doutoral no Collège Internacional de Philosophie (Paris). É integrante do corpo docente do Programa de Pós-graduação em Ciências Sociais da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) desde 2017 e coordenadora do grupo de pesquisa Feminismo Materialista. Seus principais temas de pesquisa são: neoliberalismo, precarização do trabalho e divisão sexual do trabalho.

      Tópicos da aula a serem abordados:

      - Controvérsias sobre as desigualdades de gênero no trabalho: feminismo liberal, feminismo marxista e feminismo materialista.

      - A apropriação das mulheres e o discurso da natureza; 

      -Exploração do trabalho das mulheres: capitalismo, racismo e patriarcado.

      - Divisão sexual do trabalho doméstico e profissional;

      - Sexualização do cuidado e domestificação do trabalho das mulheres;

      - Trabalho escravo contemporâneo e gênero;

      - Mundialização neoliberal e precarização do trabalho feminino. 

      Indicações bibliográficas:

      AVILA, Maria Betânia De Melo; FERREIRA, Verônica. Trabalho doméstico remunerado: contradições estruturantes e emergentes nas relações sociais no Brasil, PSICOLOGIA & SOCIEDADE, 32, fevereiro de 2008, pp. 1-13.

      BIROLI, Flávia. Divisão sexual do trabalho. Curso Feminismo e Democracia. TV Boitempo. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=EWM3X-BMbQg

      CASTRO, Bárbara. Trabalho perpétuo: o viés de gênero e o ideal de juventude no capitalismo flexível. Lua Nova, São Paulo, 99: 2016, pp. 169-199.

      DAVIS, Ângela Davis. Mulheres, raça e classe. São Paulo: Boitempo, 2016.  

      DELPHY, Christine. O inimigo principal: economia política do patriarcado. Revista Brasileira de Ciência Política, nº17. Brasília, maio - agosto de 2015, pp. 99-119.

      FALQUET, Jules. A combinatória straight. Raça, classe, sexo e economia política: análises materialistas e decoloniais. Crítica marxista n° 48, 2019, pp. 127-145

      FALQUET, Jules. Por uma anatomia das classes de sexo: Nicole-Claude Mathieu ou a consciência das oprimidas. Lutas Sociais, São Paulo, vol.18 n.32, jan./jun. 2014, pp. 9-23.

      GONZALES, Lélia. Cultura, etnicidade e trabalho: efeitos linguísticos e políticos da exploração da mulher. In: RIO, Flávia; LIMA, Márcia (org.) Por um feminismo afrolatino-americano. Editora Zahar, pp. 20-38.

      GUILLAUMIN, Colette. Prática do poder e ideia de natureza. In: O patriarcado desvendado: teorias de três feministas materialistas: Colette Guillaumin, Paola Tabet e Nicole Claude Mathieu / organizadoras: Verônica Ferreira... [et al.] – Recife: SOS Corpo, 2014, pp. 27- 99.

      HAUG, Frigga. Domestificação do trabalho (verbete). Disponível em: https://blogdolabemus.com/2019/04/04/verbete-domestificacao-do-trabalho-por-frigga-haug/

      HIRATA, Helena. A Precarização e a Divisão Internacional e Sexual do Trabalho. Sociologias, Porto Alegre, n. 21, p. 24-41, jan./jun. 2009.

      HIRATA, Helena. O trabalho de cuidado. SUR 24 - v.13 n.24, 2016, pp. 53-64.

      KERGOAT, Danièle. A relação social de sexo: da reprodução das relações sociais à sua subversão. Pro-Posiçóes- vol.13. n.1(37)- Jan/abr.2002, pp. 47-59.

      KERGOAT, Danièle. Divisão sexual do trabalho e relações sociais de sexo (verbete). In: Dictionnaire critique du féminisme, organizado por Helena Hirata, Françoise Laborie, Hélène Le Doaré, Danièle Senotier. Ed. Presses Universitaires de France. Paris, novembro de 2000. Traduzido por Miriam Nobre em agosto de 2003.

      KERGOAT, Danièle. In: Operários = operárias? Proposições para uma articulação teórica de duas variáveis: sexo e classe social. In: Kergoat Daniele. Lutar, dizem elas. Coordenação Editorial de Maria Betânia Avila e Verônica Ferreira. Tradução de Eliana Aguiar, Recife: SOS Corpo, 2018, pp.23-58.

      SOUZA-LOBO, Elisabeth. A classe operária tem dois sexos: trabalho, dominação e resistência. 3a. Ed. São Paulo: Expressão Popular/Perseu Abramo, 2021. 

      MANO, Maíra Kubik. Escolher as armas: a utilização de conceitos do Norte para os feminismos brasileiros. In: ABREU, Maira; CYRINO, Rafaela; TROPIA, Patrícia. Dossiê Feminismos materialistas: recepções latino-americanas. Caderno Espaço Feminino, Uberlândia, MG, v.34, n.2, p. 15-32, jul./dez. 2021.

      MORAES, Livia. O “empoderamento” como prática política feminista: fundamentos históricos e ideológicos. In: IV Conferência Internacional Greves e Movimentos Sociais. São Paulo, 10 a 13 julho 2018.

      SAFFIOTI, Heleieth. A mulher na sociedade de classes. São Paulo: Expressão Popular, 2013.

      SAFFIOTI, Heleieth. Gênero, patriarcado, violência. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 2004.

      SUZUKI, Natália. Trabalho escravo, gênero e migração (podcast): https://open.spotify.com/episode/0m2wxKQyxYPoMN2EFKq8Mv?si=o0f8u5qfQwWmI9XnDssTEA&nd=1

      Filmes recomendados:

      A temporada, Direção: Grace Passô, 2018.

      Roma, Direção: Alfonso Cuarón, 2018.

      A vida invisível, Direção: Karim Aïnouz, 2019.

      Deus é mulher e o seu nome é Petúnia, Direção: Teona Strugar Mietvska, 2019.




    • IDEOLOGIA DE GÊNERO - Profa. Claudia Viana (FEUSP)

      🔸Módulo II (GÊNERO) e IV (DIVERSIDADE SEXUAL)

      Aula compartilhada e transmitida simultaneamente com os módulos gênero e diversidade. 

      04/06 | Das 9h às 13h

      A aula será transmitida via nosso canal Diversidades USP no Youtube:


      PLANO DE AULA

      Essa aula busca situar os estudos de gênero em sua relação com os feminismos visando refletir criticamente sobre o modo como as relações sociais de gênero são racionalizadas e pleiteadas no domínio das políticas e práticas educacionais, com foco na produção da retórica da ideologia de gênero no âmbito do discurso antigênero.

      TÓPICOS DA AULA: 

      1. Surgimento do gênero como categoria de análise 

      2. Contribuições de pesquisas para o conhecimento teórico-político dos fenômenos sociais, históricos, políticos e econômicos que configuram a igualdade, a desigualdade de gênero e seus enfrentamentos e resistências no campo das políticas e práticas educacionais

      REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: 

      A) Para o Tópico 1 

      OBRIGATÓRIAS: 

      PISCITELLI, Adriana. Gênero: história de um conceito. In: ALMEIDA, Heloisa; SZWAKO, José (org.). Diferenças, igualdades. São Paulo: Berlendis & Vertecchia, 2009. p.116-148. SCOTT, Joan W. Os usos e abusos do gênero. Projeto História, São Paulo, n. 45, pp. 327-35 1, Dez. 2012. Complementar: 

      COMPLEMENTARES:

      BIROLI, Flávia, MACHADO, Maria das Dores Campos, VAGGIONE, Juan Marco. Gênero, neoconservadorismo e democracia, São Paulo: Boitempo, 2020.

      BUTLER, Judith: Problemas de Gênero. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira. 2003. 

      BUTLER, Judith. Hablando claro, contestando. O feminismo crítico de Joan Scott. Rey Desnudo – Revista de Livros, Año II, n. 4, Otoño, 2014, pp. 31-72. 

      COLLIN, Françoise. Diferença e diferendo: a questão das mulheres na Filosofia. IN: DUBY, George; PERROT, Michelle (orgs. da coleção); THÉBAUD, Françoise (dir. do volume), História das mulheres no Ocidente, v. 5: o século XX, Porto: Afrontamento / São Paulo: Ebradil, 1991. 

      FAUSTO-STERLLING, Anne. Dualismos em duelo. cadernos pagu, Campinas, n. 17/18, 2001/2002, p.9-80. 

      HARAWAY, Donna: “‘Gênero’ para um dicionário marxista: a política sexual de uma palavra”, cadernos pagu, 22, 2004. hooks, bell. Pondo fim à opressão sexual contra a mulher. In: Teoria Feminista da margem ao centro. São Paulo: Perspectiva, 2019. pp. 206-228.

      MEAD, Margaret: Sexo e Temperamento, São Paulo: Ed. Perspectiva, 1999. 

      NICHOLSON, Linda. Interpretando o gênero. Estudos Feministas, Florianópolis, v.8, n.2, p. 9-42, 2000. 

      SCOTT, Joan W. Igualdad versus diferencia: los usos de la teoría postestructuralista. Debate Feminista, Mexico D.F., v. 5, p. 85-104, mar. 1992. 

      SCOTT, Joan W. Gênero: uma categoria útil de análise histórica. Educação & Realidade, Porto Alegre, n. 20, v.2, p. 71-100, jul./dez. 1995. 

      SCOTT, Joan. A cidadã paradoxal. Florianópolis: Mulheres, 2002 

      B) Para o tópico 2:

      OBRIGATÓRIAS:

      CORNEJO-VALLE, Mónica; PICHARDO, José Ignacio. La “ideología de género” frente a los derechos sexuales y reproductivos. El escenario español. cadernos pagu, (50), 2017. 

      JUNQUEIRA, Rogério Diniz. “Ideologia de gênero”: a gênese de uma categoria política reacionária ou: a promoção dos direitos humanos se tornou uma “ameaça à família natural”? In: RIBEIRO, Paula Regina Costa; MAGALHÃES, Joanalira Corpes (org.). Debates contemporâneos sobre Educação para a sexualidade. Rio Grande: Ed. da FURG, 2017, pp.25-52. 

      VIANNA, Cláudia; BORTOLINI, Alexandre. Discurso antigênero e agendas feministas e LGBT nos planos estaduais de educação: tensões e disputas. Educação e Pesquisa [on line]. 2020, v. 46, e221756, pp.1-25.

      COMPLEMENTARES:

      ALVARENGA, Carolina Faria, VIANNA, Cláudia Pereira. Avaliação, gênero e qualidade na Educação Infantil: conceitos em disputa. Educar em Revista, Curitiba, v. 37, e78271, 2021. 

      BELLINI, Daniela Mara Gouvêa. Violência contra mulheres nas Universidades: contribuições da produção cientifica para sua superação. Dissertação (mestrado) – Universidade Federal de São Carlos. São Carlos, 2018. CARREIRA, Denise. Igualdade e diferenças nas políticas educacionais: a agenda das diversidades nos governos Lula e Dilma. Tese (Doutorado). USP, São Paulo, 2015. 

      CARVALHO, Marília Pinto de. Vozes masculinas numa profissão feminina. Estudos Feministas. Rio de Janeiro: v. 3, n.2, 1995, p.406- 422. 

      CARVALHO, Marília Pinto de. No coração da sala de aula: gênero e trabalho docente nas séries iniciais, São Paulo: Xamã, 1999.

      CARVALHO, Marília Pinto de. Quem são os meninos que fracassam na escola?. Cadernos de Pesquisa, São Paulo:v.34, n.121, jan./abr. 2004, p.11-40. 

      CARVALHO, Marília Pinto de. Mau aluno, boa aluna? Como as professoras avaliam meninos e meninas. Estudos Feministas, v. 9, n. 2, p. 554-574, dez. 2001a. 

      CAVALEIRO, Maria Cristina. Feminilidades homossexuais no ambiente escolar: ocultamentos e discriminações vividas por garotas. 2009. Doutorado (Programa de Pós-Graduação em Educação) – Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, São Paulo, SP. 

      CORRÊA, Sonia. A “política do gênero”: um comentário genealógico. cadernos pagu, e185301, 2018. 

      FERNANDES, Felipe Bruno Martins. A Agenda anti-homofobia na educação brasileira (2003-2010). Tese (Doutorado). Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2011. 

      LOURO, Guacira Lopes.; FELIPE, J.; GOELLNER, S. (orgs.). Corpo, gênero e sexualidade: um debate contemporâneo na educação, Petrópolis, RJ: Vozes, 2003. LOURO, Guacira Lopes (org) O Corpo Educado: pedagogias da sexualidade. Belo Horizonte, Autêntica, 2001. 

      MACHADO, Maria das Dores Campos. O discurso cristão sobre a “ideologia de gênero”. Estudos Feministas, 26 (2)•2018.

       MARANHÃO FILHO, Eduardo Meinberg de Albuquerque; DE FRANCO, Clarissa. “Menino veste azul e menina, rosa” na Educação Domiciliar de Damares Alves: As ideologias de gênero e de gênesis da “ministra terrivelmente cristã” dos Direitos Humanos. Revista Brasileira de História das Religiões, v. 12, n. 35, 2019. 

      MELLO, Luiz; FREITAS, Fátima; PEDROSA, Cláudio; BRITO, Walderes. Para além de um kit anti-homofobia: políticas públicas de educação para a população LGBT no Brasil. Bagoas-Estudos gays: gêneros e sexualidades, v. 6, n. 07, 2012. 

      MIGUEL, Luis Felipe. Da “doutrinação marxista” à" ideologia de gênero"-Escola Sem Partido e as leis da mordaça no parlamento brasileiro. Revista Direito e práxis, v. 7, n. 15, p. 590-621, 2016. 

      VIANNA, Claudia; UNBEHAUM, Sandra. O gênero nas políticas públicas de educação no Brasil: 1988-2002. Cadernos de Pesquisa, São Paulo, v. 34, n. 121, jan./abr. 2004, p. 77-104. 

      VIANNA, Claudia. Os nós do nós: crise e perspectivas da ação coletiva docente em São Paulo. São Paulo: Xamã, 1999. 

      VIANNA, Cláudia; CAVALEIRO, Maria Cristina. Lesbofobia e cotidiano escolar: controle invisível da liberdade de expressão. Revista Diversidade e Educação, v. 4, n. 7, p. 40-43, jan./jun. 2016. 

      VIANNA, Cláudia; CARVALHO, Marília (orgs.). Gênero e Educação: 20 anos construindo conhecimento. Belo Horizonte: Autêntica

      OBS. Informamos que toda bibliografia sugerida encontra-se de fácil acesso na internet.



    • VIOLÊNCIA DE GÊNERO E MASCULINIDADES - Profa. Melissa de Mattos Pimenta (UFRGS)

      11/06 | Das 9h às 13h

      A aula será transmitida via nosso canal Diversidades USP no Youtube: 

      A) Aula: Violência de Gênero e Masculinidades 

      Professora responsável: Melissa de Mattos Pimenta (UFRGS)

      Mini-bio: Melissa de Mattos Pimenta é doutora em Sociologia pela Universidade de São Paulo e professora associada do Departamento de Sociologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde também atua nos Programas de Pós-Graduação em Sociologia e Mestrado Profissional em Segurança Cidadã. Atualmente é vice-coordenadora do Grupo de Pesquisa Violência e Cidadania da UFRGS. Seus temas de pesquisa são: juventudes, violência e conflitualidade, gênero, polícias e segurança cidadã.

      1.       Conteúdos abordados:

      §  Violência e conflitualidade como fenômenos sociais

      §  O conceito de violência da perspectiva sociológica

      §  Gênero e relações de poder

      §  Dinâmicas de produção e reprodução da violência de gênero

      §  Gênero, feminismos e masculinidades

      §  Masculinidades e violência de gênero

       

      2.       Leituras obrigatórias:

      PIMENTA, Melissa de Mattos (2020) Sociologia da Violência e da Conflitualidade: temas, pressupostos e situação atual do campo" In: FAZZI, Rita de Cássia e LIMA, Jair Araújo de. (orgs) Campos das Ciências Sociais: figuras do mosaico das pesquisas no Brasil e em Portugal. Petrópolis, RJ: Editora Vozes, pp. 459-480.

      CECCHETTO, Fátima. Violência e Estilos de Masculinidade. Rio de Janeiro: FGV, 2014, p. 51-72 e pp. 73-87.

      CONNELL, Raewyn e PEARSE, Rebecca. “A Questão do Gênero”, Gênero em uma Perspectiva Global. São Paulo: nVersos, 2015, pp. 29-50.

      CONNELL, Raewyn. Gênero em Termos Reais. São Paulo: nVersos, 2016, pp. 90-113 e pp. 137-158.

      OSTERNE, Maria do Socorro Ferreira. Violência nas Relações de Gênero e Cidadania Feminina. Fortaleza, CE: Editora UECE, 2008, pp. 25-73.

      3.       Leituras complementares:

      MACHADO, Lia Zanotta. “Masculinidades e violências: Gênero e mal-estar na sociedade contemporânea” In: SCHPUN, Monica Raisa (org.) Masculinidades. São Paulo: Boitempo editorial, 2004, pp. 35-78.

      SCHRAIBER, Lilia Blima et. al. Violência Dói e Não é Direitoa violência contra a mulher, a saúde e os direitos humanos. São Paulo: editora UNESP, 2005, pp. 23-50.

      PIMENTA, Melissa M. “Masculinidades e sociabilidades: compreendendo o envolvimento de jovens com violência e criminalidade” DILEMAS: Revista de Estudos de Conflito e Controle Social - Vol. 7 - no 3 - JUL/AGO/SET 2014 - pp. 701-730.

      4.       Materiais complementares: 

      Documentário indicado: O Silêncio dos Homens

      Disponível em:


      Podcast Sociologia da Juventude 

      Episódio 12: O que é violência 

      Disponível em: https://anchor.fm/melissa-pimenta/episodes/Tpico-12---O-que--violncia-em268r




    • FEMINISMOS, ESTUDOS DE GÊNERO E SEXUALIDADE - Prof. Fabrício Marçal Vilela (NEGUEM-UFU)

      18/06 | Das 9h às 13h


      A aula será transmitida via nosso canal Diversidades no Youtube.

      Fabrício Marçal Vilela é graduado em História pela Universidade Federal de Uberlândia, campus Pontal. Mestre em História Social pela Universidade Federal de Uberlândia, campus Santa Mônica. Membro do NEGUEM (Núcleo de Estudos de Gênero da UFU), professor de História da Rede pública Estadual de Minas Gerais. Estudioso de Gênero, Sexualidade, Teoria queer e Cinema Marginal Brasileiro, idealizador (junto com sua irmã Mariluiza Vilela) do coletivo LGBT “As cores do Pontal” (2013-2017) e é ativista LGBT+.

      Tópicos a serem abordados:

      1. Breve história do Feminismo

      2. Simone de Beauvoir e a construção dos Estudos Feminista

      3. Os Estudos de Gênero (feminilidades e masculinidades)

      4. Feminismo lésbico (Adrienne Rich, Monique Wittig e Audre Lorde)

      5. Breve história do Movimento LGBT+

      6. Estudos da Sexualidade

      7. A teoria queer

      8. Judith Butler e a performatividade de gênero

      9. Paul B. Preciado e a era farmacopornográfica

      Indicação de leitura:

      ALVES, Branca Moreira; PITANGUY, Jacqueline. O que é Feminismo. São Paulo: Brasiliense, 1982

      BEAUVOIR, Simone. O segundo sexo: Fatos e Mitos. 4ª edição. São Paulo: Difusão Europeia do livro, 1970.

      BUTLER, Judith. Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade. Tradução: Renato Aguiar.-11ª edição.- Rio de Janeiro: Civilização brasileira, 2016.

      DE GOUGES, Olympe. Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã. Portugal: Nova Delphi, 2010.

      FOUCAULT, Michel. História da sexualidade: Vol.1 A vontade de saber. 3ªe.d. São Paulo: Paz e Terra, 2015.

      História do Movimento LGBT. James N. Green, Renan Quinalha, Marcio 

      Caetano, Marisa Fernandes (org) História do Movimento LGBT no Brasil. 1 ed.São Paulo: Alameda, 2018.

      HARAWAY, Donna. "Gênero" para um dicionário marxista: a política sexual de uma palavra. Cad. Pagu [online]. 2004, n.22, pp.201-246 link: https://www.scielo.br/j/cpa/a/cVkRgkCBftnpY7qgHmzYCgd/?lang=pt&format=pdf

      HOLLANDA, Heloísa Buarque. Pensamento feminista: conceitos fundamentais / Audre Lorde… [et al.]; organização Heloisa Buarque de Hollanda. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2019.

      LOURO, Guacira Lopes. A emergência do gênero. in Louro, Guacira Lopes. Gênero, sexualidade e educação. Petrópolis, RJ Uma perspectiva pós-estruturalista /: Vozes, 1997.

      Revista Cult. Os 40 anos do movimento LGBT no Brasil. Ano 21, nº 235, 2018.

      RUBIN, Gayle. Políticas do sexo. Trad. Jamille Pinheiros Dias.São Paulo: UBU Editora. 2017

      SCOTT, Joan W. Gênero: uma categoria útil para análise histórica. In Pensamento feminista: conceitos fundamentais / Audre Lorde… [et al.]; organização Heloisa Buarque de Hollanda. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2019 ou: https://seer.ufrgs.br/index.php/educacaoerealidade/article/view/71721

      SPARGO, Tamsin. Foucault e a teoria queer. Seguido de Agape e Extase: orientações pós-seculares; tradução Heci Regina Candiani; pós-facil Richard Miskolci--1.ed- Belo Horizonte: Autêntica Editora.

      PRECIADO, Paul B. Tecnogênero ___ IN. PRECIADO, Paul B. Testo Junkie: sexo, drogas e biopolítica na era farmacopornográfica: São Paulo: N-1 edições, 2018.

      WEEKS, Jeffrey. O corpo e a sexualidade. In: LOURO, Guacira Lopes (Org.). O corpo educado: pedagogias da sexualidade; Tradução Tomaz Tadeu da Silva-4ª ed.-Belo horizonte: Autêntica Editora, 2018.

      WOLLSTONECRAFT, Mary. Reivindicação do direito das mulheres [recurso eletrônico]; tradução Ivania Pocinho Motta. - 1. ed. - São Paulo : Boitempo : Iskra, 2016.



    • UMA HISTÓRIA DO MOVIMENTO FEMINISTA - Prof. Iván Gogoy-Flores IP-USP/UTA (Chile)

      25/06 | Das 9h às 13h

      A aula será transmitida via nosso canal Diversidades no Youtube.


      Iván Godoy-Flores, Licenciado en Administração de Empresas e Mestrado en Ciencias Sociais Aplicadas, especialidade en Educação em Direitos Humanos, doutorando no programa psicología social da USP. Docente das disciplinas de Diversidade e DDHH, Problemáticas Psicossociais e Políticas Públicas na Universidade de Tarapacá.

      Cida Malagrino é Pedagoga, licenciada em Filosofia,  Mestra em Psicologia Social, doutoranda em Psicologia  Social pela PUCSP. Vice Presidente da ABPP (Associação Brasileira de Psicologia Politica) Representante da AILPP(Associação IBERO Laino  Americana de Psicologia Politica). Membro do GEPSIPOLIM e do NUPMOS.


    • UMA REVOLUÇÃO SILENCIOSA: O AUMENTO DA ESCOLARIDADE FEMININA - Prof. Graziela Perosa (EACH-USP)

      02/07 | Das 9h às 13h

      A aula será transmitida via nosso canal Diversidades USP no Youtube.


      1. Indicação de leitura:

      a) BELTRÃO, K.; ALVES, J. E. D. A reversão do hiato de gênero na educação brasileira no século XX

      https://www.scielo.br/j/cp/a/8mqpbrrwhLsFpxH8yMWW9KQ/?lang=pt

      b) Estatística de gênero IBGE 2010 (anexo)

      c) PEROSA, Graziela S. Educação diferenciada e trajetórias profissionais femininas (2008)

      https://www.scielo.br/j/ts/a/stpWShs4MT9HXd5Pwhvrhvk/abstract/?lang=pt

      d) PEROSA, Graziela S. A passsagem pelo sistema de ensino em três gerações: classe e gênero na segmentação do sistema de ensino (2010)

      https://www.scielo.br/j/es/a/hPwZKdBY5gcJsFG7LhsWWyw/?format=pdf&lang=pt

      e) PEROSA, Graziela S. Escolas e Destinos Femininos - São Paulo, 1950/1960

      https://www.amazon.com.br/Escola-Destinos-Femininos-Paulo-1950/dp/8598885614

      Graziela Serroni Perosa é Professora Associada da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (EACH/USP), coordenadora do Programa de Pós Graduação em Estudos Culturais e pesquisadora do Observatório Interdisciplinar de Políticas Públicas (OIPP/EACH/USP). Possui doutorado em Educação pela Universidade Estadual de Campinas, mestrado em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano pela Universidade de São Paulo e Graduação em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Sociologia da Educação e da Cultura, atuando principalmente nos seguintes temas: desigualdades educacionais, segmentação do sistema de ensino, relações de gênero e aprendizagem das diferenças sociais. 
      Humanidades da Universidade de São Paulo (EACH/USP), coordenadora do Programa
      de Pós Graduação em Estudos Culturais e pesquisadora do Observatório
      Interdisciplinar de Políticas Públicas (OIPP/EACH/USP). Possui doutorado em
      Educação pela Universidade Estadual de Campinas, mestrado em Psicologia Escolar
      e do Desenvolvimento Humano pela Universidade de São Paulo e Graduação em
      Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Tem experiência
      na área de Educação, com ênfase em Sociologia da Educação e da Cultura, atuando
      principalmente nos seguintes temas: desigualdades educacionais, segmentação do
      sistema de ensino, relações de gênero e aprendizagem das diferenças sociais. 




    • PRECONCEITO E VIOÊNCIA CONTRA A MULHER - Prof. Luciana Dadico (UFMT)

      16/07 | Das 9h às 13h

      [Aula cancelada por motivos de saúde]



    • MOVIMENTO INDÍGENA: TERRITÓRIOS, AUTONOMIAS E RESISTÊNCIAS

      Prof. Ailton Krenak - Doctor Honoris Causa UnB

      Profa. Ruth Bautista (Bolívia) - IPDRS

      Mediação: Tatiana Azenas - CELACC-ECA/USP

      [Aula compartilhada entre o módulo II Gênero e módulo III Raça/etnia]

      23/07 | Às 14h

      A aula será transmitida via nosso canal Diversidades no Youtube.


      Ailton Krenak é um líder indígena, ambientalista, filósofo, poeta, jornalista e escritor brasileiro da etnia indígena crenaque. Ailton é também professor Honoris Causa pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e é o mais novo Doutor Honoris Causa da Universidade de Brasília (UnB). Considerado uma das maiores lideranças do movimento indígena brasileiro, se dedica à defesa dos direitos indígenas desde a década de 80. Fundou a ONG Núcleo de Cultura Indígena, organizou a Aliança dos Povos da Floresta. Krenak nasceu na região do Vale do Rio Doce, uma área profundamente afetada pela atividade de mineração, uma das maiores ameaças aos povos indígenas, que também sofrem com as invasões das terras demarcadas e com a exploração da madeira. É vencedor do Prêmio Juca Pato de Intelectual do Ano, oferecido pela União Brasileira de Escritores.  Autor de Ideias para adiar o fim do mundo: Companhia das Letras, 2019; O amanhã não está à venda. São Paulo: Companhia das Letras, 2020 e a A Vida Não é Útil. São Paulo: Companhia das Letras, 2020, entre outros.

      Ruth Bautista Durán (Bolívia). Joven socióloga especialista en desarrollo rural, egresada de la maestría de literatura latinoamericana de la UMSA, con estudios de etnicidad y género. Ha participado de diferentes procesos investigativos, coordinado una serie de publicaciones sobre el acceso a la tierra, el ámbito territorial, organizativo e identidades políticas. Se considera activista por los derechos de los pueblos indígenas, y actualmente, es investigadora del Instituto para el Desarrollo Rural de Sudamérica – IPDRS.

      A. Referências aula profa. Ruth Baptista - IPDRS (Bolívia)

      a) Estreno del Documental Kausachun Jatun Ayllu yura (Caso 41) Sudamérica Rural IPDRS


      b) R Bautista. Desafíos de las naciones, territorios y organizaciones que caminan hacia las Autonomías Indígenas Originarios Campesinas. GAIOC (2018)

      https://docs.google.com/document/d/1OSIarkXMGYVxSTnO8rk8K8jACacIkRwcu-_HiDDJ6CM/edit

      c) REVISTA SOBRE DEMOCRACIA Y GÉNERO: ELECCIONES SUBNACIONALES Y EJERCICIO DE LOS DERECHOS DE LAS MUJERES EN LA POLÍTICA. Año 2, número 3, noviembre de 2021. © Órgano Electoral Plurinacional Tribunal Supremo Electoral e © Entidad de las Naciones Unidas para la Igualdad de Género y el Empoderamiento de las Mujeres (ONU MUJERES) - [Documento anexo]

      d) Estreno del Documental Kausachun Jatun Ayllu yura

      d) Jayura 

      B. Referência aula prof. Ailton Krenak

      GUDYNAS, Eduardo. Direitos da Natureza: ética biocêntrica e políticas ambientais. São Paulo: Elefante, 2019. 





    • Relatos - ODS E A QUESTÃO RACIAL: A DÉCADA DO AFRODESCENDENTE E A EXPERIÊNCIA DE DURBAN

      Profa. Deise Benedito - Assessora Técnica de Segurança Pública na Câmara Federal dos Deputados.

      Profa. Matilde Ribeiro - Doutora Honoris Causa da Fundação Universidade Federal do ABC (UFABC)

      Mediação: Eliane Almeira (EACH-USP)

      [AULA CONJUNTA: EIXO GÊNERO, RAÇA E IMIGRANTES E REFUGIADOS]

      30.07 | Das 9h às 13h

      A aula será transmitida via nosso canal Diversidades USP no Youtube.


      Objetivo: Nossas convidadas irão relatar as experiências da Conferência de Durban (2001), seu caminho histórico quanto a posição do Estado Brasileiro frente ao racismo e quais os aprendizados, legados e desafios 20 anos depois. Há dois anos de conclusão da Década Internacional dos Afrodescendentes – 2015 a 2024, instituída pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas – ONU, por meio da resolução 68/237,  quais medidas foram tomadas pelos Estados-membros, especialmente governos brasileiros e a sociedade civil para a implementação de um conjunto de atividades para o pleno aproveitamento dos direitos econômicos, sociais, culturais, civis e políticos de pessoas afrodescendentes, bem como sua participação plena e igualitária em todos os aspectos da sociedade.

      Deise Benedito é graduada em Direito- Especialista Relações Étnico Raciais- Gênero Segurança Pública Sistema Prisional.Mestrem Direito e Criminologia- UnB- Ex- Perito do Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate a Tortura. Atualmente é Assessora Técnica de Segurança Pública na Câmara Federal dos Deputados.

      Matilde Ribeiro é graduada em Serviço Social (1983), mestre em Psicologia Social (1999) e Doutora em Serviço Social (2013) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC-SP. Realizou curso de especialização em Gestão Ambiental/USP e em Técnica Aplicada ao Psicodrama Pedagógico/Grupo de Estudos de Técnicas Psicodramáticas (GETEP-SP). A experiência profissional concentra-se na área de gestão pública (políticas de gênero e raça); docência em nível superior em instituições públicas e privadas; e, assessoria a Movimentos Sociais. A militância politica desenvolve-se junto ao movimento negro, de mulheres negras, e, feminista. Desde 2014 é professora adjunta na UNILAB no Instituto de Humanidades/Curso de Pedagogia no Campus Liberdade/Redenção-CE, coordena o AMANDLA - Grupo de Estudos, pesquisas e extensão: políticas públicas de questões de gênero, étnico raciais, desenvolvimento e territorialidade. Foi professora na FAPSS/SP (Faculdade Paulista de Serviço Social) de 2010 a 2013, e, na FMU/SP - Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas, em 2002. Exerceu o cargo de Ministra na SEPPIR (Secretaria Especial de Política de Promoção da Igualdade Racial) no Governo Federal (2003 a 2008). Em 2002, integrou a Equipe de Transição de Governo e a Coordenação do Programa de Governo do candidato às eleições presidenciais de Luiz Inácio Lula da Silva. Exerceu o cargo de Secretária Adjunta na SMPIR - Secretaria de Promoção da Igualdade Racial da Prefeitura de São Paulo (2013-2014) e de Assessora dos Direitos da Mulher na PMSA - Prefeitura de Santo André (1997-2001). Integra o Conselho da Revista Estudos Feministas e o Conselho AFRICA/Instituto Lula. Integrou a equipe técnica da Sempre Viva Organização Feminista (1987-1995) e do Instituto Cajamar Formação Politica para Trabalhadores (1996-1997). Publicou o livro Política de Promoção da Igualdade Racial no Brasil (1986/2010) pela Editora Garamond Universitária/Rio de Janeiro (2014); coautora do livro O Serviço Social e o Combate ao Racismo Diálogos pela Editora Nova Práxis/Curitiba (2019) e organizadora do livro As políticas de Igualdade racial: reflexões e perspectivas pela Editora Fundação Perseu Abramo (2012). Na Revista Estudos Feministas - Universidade Federal de Santa Catarina/Centro de Comunicação e Expressão é co-organizadora do Dossiê: 120 anos da Abolição - um processo ainda inacabado (1999) e do Dossiê: Mulheres Negras (1995). Em 2021, recebeu o título de Doutora Honoris Causa da Fundação Universidade Federal do ABC (UFABC).


    • GÊNERO, COLONIALIDADE E DIREITOS HUMANOS - Profa. Bruna Lavinas Jardim Falleiros (EACH-USP)

      06/08 | Das 9h às 13h

      A aula será transmitida via nosso canal Diversidades no Youtube.

      [aula compartilhada com o módulo Imigrantes e refugiados.]


      Bruna Lavinas Jardim Falleiros é doutoranda pelo Programa de Pós-Graduação em Mudança Social e Participação Política (EACH - USP). Mestra em Filosofia pelo Programa de Pós-Graduação em Estudos Culturais (EACH - USP), 2020. Especialista em Sexualidade Humana (FM - USP), 2015. Graduada em Psicologia (UNIMEP), 2007. Experiência profissional em saúde pública na área de saúde mental, em instituição do terceiro setor para pessoas vivendo com HIV/AIDS, em psicologia clínica e em processos formativos com foco em sexualidade, gênero, direitos sexuais e reprodutivos. Foi conselheira do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo (gestão 2016-2019). É membra voluntária da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos Dom Paulo Evariso Arns (Comissão Arns).


      Referência bibliográfica:

      1)      O colonialismo e seus efeitos

      Luciana BALLESTRIN. América Latina e o giro decolonial. Rev. Bras. Ciênc. Polít. 2013. Em: https://doi.org/10.1590/S0103- 33522013000200004.

      Aníbal QUIJANO. Colonialidad del poder, cultura y conocimiento en América Latina. Ecuador Debate. 1998. Em: https://repositorio.flacsoandes.edu.ec/bitstream/10469/6042/1/RFLACSO-ED44-17-Quijano.pdf.

      Gayatri SPIVAK. Pode o subalterno falar? Editora UFMG, 2010.

      Achille MBEMBE. Necropolítica. Biopoder, soberania, estado de exceção, política de morte. n-1 edições, 2018. Em:https://filosofia-africana.weebly.com/uploads/1/3/2/1/13213792/achile_mbembe_-_necropol%C3%ADtica.pdf.

      Sueli CARNEIRO. A construção do outro como não-ser como fundamento do ser. Tese (Doutorado) – USP, 2005. Em:https://negrasoulblog.files.wordpress.com/2016/04/a-construc3a7c3a3o-do-outro-como-nc3a3o-ser-como-fundamento-do-ser-sueli-carneiro-tese1.pdf

       

      2)      Colonialidade e gênero

      Angela DAVIS. Mulheres, raça e classe. Boitempo, 2016. Em : https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/4248256/mod_resource/content/0/Angela%20Davis_Mulheres%2C%20raca%20e%20classe.pdf.

      María LUGONES. Rumo a um feminismo descolonial. Rev. Estudos Feministas. 2014. Em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/ref/article/view/36755.

      Rita Laura SEGATO. Gênero e colonialidade: em busca de chaves de leitura e de um vocabulário estratégico descolonial, e-cadernos CES, 2012. Em: http://journals.openedition.org/eces/1533.

      Sivia RIVERA CUSICANQUI. Mujeres y estructuras de poder en los Andes: De la etnohistoria a la política. Em: Violencias (re)encubiertas en Bolivia. Editorial piedra rota, 2010.

      Ifi AMADIUME. Male Daughters, Female Husbands: Gender and Sex in an African Society. Zed Books, 1987.

      Oyèrónké OYĚWÙMÍ. A invenção das mulheres: construindo um sentido africano para os discursos ocidentais de gênero. Bazar do Tempo, 2021.

       

      3) O patriarcado europeu

      Silvia FEDERICI. Calibã e a Bruxa: mulheres, corpo e acumulação primitiva. Elefante, 2017. Em: http://coletivosycorax.org/wp-content/uploads/2019/09/CALIBA_E_A_BRUXA_WEB-1.pdf.

       

      4) “Não foi descobrimento, foi matança”... e violência sexual

      Residente. This is not America. 2022. VideoClipe. Em:

      .

      Banco de dados. Tráfico de escravos transatlântico. 2010. Em: https://slavevoyages.org/assessment/estimates.

      IBGE. Brasil: 500 anos de povoamento. Em: https://brasil500anos.ibge.gov.br.

      Gilberto FREYRE. Casa-grande & senzala: formação da família brasileira sob o regime da economia patriarcal. Global, 2003.

       

      5) O mito da democracia racial

      Lélia GONZALEZ. A mulher negra na sociedade brasileira: Uma abordagem político-econômica. Em: Por um feminismo afro-latino-americano: ensaios, intervenções e diálogos. Zahar, 2020.

      Lélia GONZALEZ. Racismo e sexismo na cultura brasileira. Em: Por um feminismo afro-latino-americano: ensaios, intervenções e diálogos. Zahar, 2020.

      Mirthyani BEZERRA. Uma nação se faz na cama? Como projeto que analisou o DNA dos brasileiros comprovou nossa origem violenta e miscigenada. Reportagem Uol. 2020. https://www.uol.com.br/tilt/reportagens-especiais/dados-do-genoma-de-brasileiros-revelaram-violento-processo-miscigenacao/#cover.

       

      6) Feminismos críticos e direitos humanos

      Bell hooks. Teoria feminista: da margem ao centro. Perspectiva, 2019.

      Silvia FEDERICI. O ponto zero da revolução: trabalho doméstico, reprodução e luta feminista. Elefante, 2019. Em: http://coletivosycorax.org/wp-content/uploads/2019/09/Opontozerodarevolucao_WEB.pdf.

      Yuderkys ESPINOSA MIÑOSO. Una crítica descolonial a la epistemología feminista crítica. El Cotidiano, 2014. Em: https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=32530724004.

      Yuderkys ESPINOSA MIÑOSO. Etnocentrismo y colonialidad en los feminismos latinoamericanos: complicidades y consolidación de las hegemonías feministas en el espacio transnacional. Rev. Venezolana de Estudios de la Mujer, 2009. Em: http://ve.scielo.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1316-37012009000200003.

      Marina ROSSI. [Entrevista] Porta-voz do movimento das mulheres indígenas, Ro’Otsitsina Xavante. El País, 2019. Em: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/04/26/politica/1556294406_680039.html.




    • VIZINHAS EM TERRAS DISTANTES - Profa. Dora Barrientos (USP)

      13/08 | Das 9h às 13h

      A aula será transmitida via nosso canal Diversidades no Youtube.


      A AULA SEGUIRÁ O TEMA ABAIXO RELACIONADO AO LIVRO: 

      Mulheres vizinhas de terras distantes

      Você conhece a Rosa Maria? A Glória? E a Mercedes? As histórias de vida dessas três mulheres imigrantes, grávidas e vítimas de violência doméstica, que representam tantas outras mulheres que vivem tão perto de nós, estão no  livro 📖Mulheres vizinhas de terras distantes, publicado pelo IdeiaSUS/Fiocruz, em sua plataforma colaborativa. 

      São histórias de luta por uma vida digna, de mulheres que sofreram diferentes tipos de preconceitos e discriminações, mas ainda assim seguem sonhando com um futuro melhor para seus filhos. 

      Este livro é resultado do estudo Saúde Perinatal em Imigrantes Grávidas: Compreendendo e Intervindo no Contexto Familiar, produto da parceria entre a Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade do Porto (UP), Portugal.

      A publicação, foi lançada dia 03/02/22 está disponível para download na página da Comunidade das PICS da Plataforma IdeiaSUS/Fiocruz. 


      LEITURA OBRIGATÓRIA: PDF ABAIXO

      http://www.ideiasus.fiocruz.br/portal/publicacoes/livros/Livro_Mulheres_vizinhas_de_terras_distantes_1ed.pdf



    • SAÚDE DA MULHER NEGRA - Dra. Abna Vieira (Race.Id FMUSP) e Dra. Marília Aguiar (Race.Id FMUSP) 

      Participação: Profa. Elizabete Franco Cruz (EACH-USP)

      Mediação: Paula Vieira (SUS/FMUSP)

      20/08 | Das 9h às 13h

      A aula será transmitida via nosso canal Diversidades no Youtube.


      Abna Vieira é residente em oncologia clínica pela FMABC - Santo André/SP. Atua como oncologista clínica do ICESP e Oncoclínicas São Paulo/ SP e é membro do Grupo de Pesquisa em Saúde da População Negra - RACE.ID.

      Marília Aguiar é especialista em Clínica Médica pelo HCFMUSP, Médica Assistente da Equipe de Hospitalistas do HCFMUSP e membro do RaceID.

      Elizabete Franco Cruz é psicóloga, com aperfeiçoamento no atendimento a menoridade, mestrado em Psicologia Social e doutorado em Educação. É professora do curso de Obstetrícia e do Mestrado em Mudança Social e Participação Política da Escola de Artes Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (EACH/USP). Tem a trajetória voltada para a interface entre Psicologia Social, Saúde e Educação. Os principais temas de trabalho são:, relações de gênero, sexualidades, Aids, infâncias, juventudes, mulheres, identidades, violência, direitos humanos, participação social, obstetrícia, educação e saúde coletiva.

      Paula Vieira é mãe solo, enfermeira obstetra graduada pela Escola de Enfermagem da USP, especialista em Enfermagem Obstétrica e Saúde da Mulher pela UNASP-SP. Trabalhadora do SUS no Centro de Saúde Escola Samuel B. Pessoa Butantã, da Faculdade de Medicina da USP e integrante do grupo de trabalho de saúde da população negra da Coordenadoria Regional de Saúde Oeste do município de São Paulo. Integrante da Rede de Ativistas Antirracismo Quilombação, da coletiva Marcha das Mulheres Negras de São Paulo e da Articulação Nacional da Enfermagem Negra.

      Obs. As referências bibliográficas serão orientadas durante a aula. 







    •  Gênero e Políticas Educacionais: usos, vetos e abusos. - Profa. Thais Gava (Fundação Carlos Chagas)

      27/08 | Das 9h às 13h

      A aula será transmitida via nosso canal Diversidades no Youtube.



      Thais Gava é graduada em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC/SP (2001) e mestra em Saúde Coletiva pela Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP (2013). Atualmente é doutoranda na faculdade de Educação na Universidade de São Paulo – USP. Pesquisadora nas áreas de gênero, sexualidade, direitos sexuais e direitos reprodutivos em suas intersecções com a educação. Participa dos grupos de pesquisa Gênero, Raça/Etnia: educação, trabalho e direitos humanos da FCC e do  Estudos de Gênero, Educação e Cultura Sexual – Edges.

      Mediação:
      Iván Godoy Flores, Engenheiro, Licenciado em Administração de Empresas, Mestrado em Ciências Sociais Aplicadas, Doutorando no programa de Psicologia Social no Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo. Possui uma especialidade em Educação em Direitos Humanos do Instituto Nacional de Direitos Humanos no Chile. Integrante do Grupo de Estudos e Pesquisa em Psicologia Política, Políticas Públicas e Multiculturalidade (Gepsipolim) e do Grupo de Estudo em Psicologia Política (UTA). É docente na Universidade de Tarapacá, das disciplinas de Diversidade e Direitos Humanos, Problemáticas Psicossociais e Políticas Públicas, Movimentos Sociais e das disciplinas éticas.


      PLANO DE AULA

      A proposta dessa aula é oferecer subsídios para uma reflexão crítica sobre a relevância dos estudos de gênero para a elaboração de políticas públicas que garantam a Educação como um direito de todas, todos e todes.  

      REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

      Human Rights Watch(HWR). Tenho medo, esse era o objetivo deles: esforços para proibir a educação sobre gênero e sexualidade no Brasil. Relatório, 2022, pp 90.

      https://www.hrw.org/sites/default/files/media_2022/05/brazil_lgbt0522pt_web.pdf


      MIGUEL, Luis Felipe (2016). Da “doutrinação marxista” à “ideologia de gênero” - Escola Sem Partido e as leis da mordaça no parlamento brasileiro. Revista Direito e Práxis, 2016, vol. 7, n.15, pp 590-621.

      https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/revistaceaju/article/view/25163


      VIANNA, Claudia;  UNBEHAUM, Sandra. Gênero na educação básica: quem se importa? Uma análise de documentos de políticas públicas no Brasil. Educação & Sociedade [online], 2006, v. 27, n. 95, pp. 407-428. 

      https://www.scielo.br/j/es/a/tvM8tSBBsjzPkkZJyLcK4DS/?format=pdf&lang=pt


       





    • Gênero, Migração e Espaços em Conflito

      Com Profa. Ginnet Pulido Gomez (FFLCH-PPFH-USP) e Prof. Vinícius Santos Almeida (FFLCH-PPFH-USP)

      Mediação: Anamaria Vargas (PUC-SP)

      03.09 | 9h às 13h

      Transmissão ao vivo pelo nosso canal Diversidades USP no Youtube

      Ginneth é colombiana, e mora no Brasil desde 2014, Ela é Geógrafa, engenheira ambiental e mãe. É mestra em Ciência Ambiental, pelo Instituto de energia e ambiente IEE da USP e doutoranda em Geografia Humana na FFLCH USP. Desenvolve, na atualidade um pesquisa onde discute as categorias de soberania, segurança nacional, forças militares, como configurações masculinas e masculinizadas que, por sua vez, determinam e constituem o Estado (particularmente na América Latina) e, deste modo, compreender os diversos mecanismos e consequências das guerras e conflitos armados, levando como eixo central da pesquisa a categoria de gênero, sem a qual, compreender a multidimensionalidade das guerras não é possível.

      Vinicius Santos Almeida é mestre e doutorande em geografia humana (FFLCH - USP). Pesquisa sobre cartografia, espacialidades LGBTQIA+ e movimento punk em São Paulo.

      Anamaría Vargas Turriago é imigrante colombiana, antropóloga e mestranda em ciências sociais na PUC-SP. Integrante da Rede de Mulheres Imigrantes Lésbicas, Bissexuais e Pansexuais (Milbi+) e do coletivo Roda a Palavra Paz.

      PLANO DE AULA

      Título da aula: Gênero, migração e espaços em conflito

      Objetivo: apresentar e discutir os conceitos: identidade, feminilidade, masculinidade, latinoamérica, conflito/guerra e migração.

      Referência principal: 

      1. WOOLF, Virgínia. As mulheres devem chorar... Ou se unir contra a guerra. In: Patriarcado e militarismo. São Paulo: Autêntica, 2019. Texto II.

      Referências complementares:

      1. Filme Não Estou mais Aqui (Ya no estoy aquí). Direção: Fernando Frías de la Parra. 2019. Disponível no Netflix.

      2. ANZALDÚA, Gloria. Borderlands La Frontera. La nueva mestiza. Madrid: Captán Swing, 2016. Capítulos 1 e 3.

      3. BARRETO, Juanita. “La apropiación de los cuerpos de las mujeres, una estrategia de guerra” In: En otras palabras. Grupo Mujer y Sociedad. Bogotá, Universidad Nacional de Colombia. Num 9, agosto-diciembre de 2001, p. 86-100.

      4. MCCLINTOCK, Anne. “Adeus ao nacionalismo futuro”. Nacionalismo, gênero e raça. In: MCCLINTOCK, Anne Couro imperial. Raça, gênero e sexualidade no embate colonial. Trad. Plínio Dentzien. Campinas, Editora da Unicamp, 2010.




    • AS POLÍTICAS INTERNACIONAIS DE GÊNERO E O CASO BRASIL Profa. Bruna Lavinas Jardim Falleiros (USP)

      Mediação: Tâmara Pacheco - EACH-USP

      ** Última aula do módulo gênero.

      10/09 | Das 9h às 13h

      A aula será transmitida via nosso canal Diversidades no Youtube.



       PLANO DE AULA

      1. Panorama Internacional geopolítico

      Carla Simone RODEGHERO. Religião e patriotismo: o anticomunismo católico nos Estados Unidos e no Brasil nos anos da Guerra Fria. Revista Brasileira de História. 2002. Em: https://doi.org/10.1590/S0102-01882002000200010.

       

      2. Panorama político-econômico nacional

      Luis BARRUCHO. 50 anos do AI-5: Os números por trás do 'milagre econômico' da ditadura no Brasil. BBC News Brasil, 2018. Em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-45960213.

      Memorial da Democracia. Em: http://www.memorialdademocracia.com.br.

      Paulo Sérgio PINHEIRO. A Incompletude da Democracia no Brasil e o Retrocesso dos Direitos Humanos. NEV, 2020. Em: https://nev.prp.usp.br/wp-content/uploads/2021/02/texto_rdh_psp.pdf.

       

      3. A década da mulher

      CFEMEA. Plataforma 25 anos. Em: https://www.cfemea.org.br/plataforma25anos/. ;

      Simone Grilo DINIZ. Violência contra a mulher: estratégias e respostas do movimento feminista no Brasil (1980-2005). 2005. Em:https://www.mpba.mp.br/sites/default/files/biblioteca/direitos-humanos/direitos-das-mulheres/artigostesesdissertacoes/teorias_explicativas_da_violencia_contra_mulheres/estrategias_do_movimento_feminista.pdf.

      Eliane BRUM. “Não matei por amor”. Sexo, cocaína, champanhe. Quatro tiros. O corpo de uma das mulheres mais belas do Brasil. Depois de 30 anos, o assassino, Doca Street, conta os bastidores de um dos crimes mais célebres do país. Revista Época, 2006. Em: https://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDR75229-6014,00.html.

      Tauana Olivia Gomes SILVA e Cristina Scheibe WOLFF. O protagonismo das mulheres negras no Conselho Estadual da Condição Feminina de São Paulo (1983-1988). Cadernos Pagu. 2019. Em: https://doi.org/10.1590/18094449201900550012.

       

      4. Mulheres na constituinte

      Carta da Mulheres aos Constituintes. 1987. Em: https://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/legislacao/Constituicoes_Brasileiras/constituicao-cidada/a-constituinte-e-as-mulheres/arquivos/Constituinte%201987-1988-Carta%20das%20Mulheres%20aos%20Constituintes.pdf.

       

      5. A década das conferências

      Sonia CORRÊA. A “política do gênero”: um comentário genealógico. Cadernos Pagu. 2018. Em: https://doi.org/10.1590/18094449201800530001.

      Observatório de Sexualidade e Política. Em: https://sxpolitics.org/ptbr/.

      Heloisa Buarque de Almeida. Gênero. Blogs de Ciência da Unicamp. 2020. Em: https://www.blogs.unicamp.br/mulheresnafilosofia/genero/

       

      6. Depois de Beijing

      IPEA. Cadernos ODS. ODS 5: Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas. O que mostra o retrato do Brasil? 2019. Em: https://portalantigo.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=35025&Itemid=1.

      INESC. Balanço orçamento geral da União 2020 e 2021. Em: https://www.inesc.org.br/informe-se/publicacoes/.

       

      7. E agora?

      Portaria nº 2.467/2019. Institui o Programa Juntos pela Vida: Família e Direitos Humanos. Em: https://www.gov.br/mdh/pt-br/acesso-a-informacao/governanca/PORTARIAN2.4676092019PlanejamentoEstratgicoMMFDH.pdf.

      BRASIL MULHERES. Carta aberta Brasil mulheres. 2022. Disponível em: https://brasilmulheres.com.br.

      Relatórios Olhe para a fome 2021, 2022. Em: https://olheparaafome.com.br.

      Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2022. Em: https://forumseguranca.org.br/anuario-brasileiro-seguranca-publica/.

      Bruno ABBUD. Pandemia pode ter levado Brasil a ter recorde histórico de 919.651 presos. O Globo, 2022. Em: https://oglobo.globo.com/brasil/noticia/2022/06/pandemia-pode-ter-levado-brasil-a-ter-recorde-historico-de-919651-presos.ghtml.




    • NARRATIVAS DE PENSADORAS AFROLATINAS E A PERSPECTIVA DECOLONIAL: ANÁLISES DE PRODUÇÕES AUDIOVISUAIS - Profa. Andrea Rosendo (Prolam/USP) 

      17/09 | Das 9h às 13h ** Cancelada

      [Por motivos de agenda da professora Andrea Rosendo, esta aula foi cancelada]