• Módulo III. Raça/Etnia

    Módulo III. Direitos Humanos e enfrentamentos das Violências e Desigualdades de Raça/Etnia

    Ementa: O Brasil é um país marcado por processos de abolição inconclusa, silenciamentos do racismo ocasionado pelo mito da democracia racial e formas de racismo estrutural e institucional. Em âmbito nacional, o reconhecimento das diferentes raças e etnias como sujeitos de direito aconteceu no meio legal por meio da Constituição Federal de 1988. Apesar do reconhecimento legislativo, as disparidades entre brancos e não-brancos são cada vez mais presentes em território nacional. Por exemplo, de acordo com o Atlas da Violência 2020, a taxa de homicídios de pretos e pardos subiu 11,5% entre 2008 e 2018, enquanto, no mesmo período, a mesma taxa para não-negros diminuiu em 12% (CERQUEIRA, 2020). Nas prisões brasileiras, 2 em cada 3 detentos são negras/os. O risco de morrer por covid-19 é maior entre não-brancos, desigualdades também presentes quanto à remuneração, acesso à educação, evasão escolar, violência policial, garantia de outros direitos humanos, entre outros aspectos.

    Nos espaços geográficos latino-americanos, práticas de opressão são iniciadas com o processo de colonização, iniciado no final do século XV. Até então, a ideia de raça não tinha história conhecida. Anibal Quijano (2005) explana que o conceito ligado aos traços fenotípicos dos colonizados - codificado como cor  - é associado ao trabalho como instrumentos estruturados e reforçados mutuamente no capitalismo em âmbito mundial: De acordo com Quijano, “a raça converteu-se no primeiro critério fundamental para a distribuição da população mundial nos níveis, lugares e papéis na estrutura de poder da nova sociedade.“ (p.108). Por meio do conceito de raça, o modelo eurocêntrico consolida-se como hegemônico, ao mesmo tempo em que limitou o desenvolvimento político-econômico da América Latina

    • Fórum ícone
      Notícias e avisos do módulo de Raça
      Disponível se: Você faz parte de Raça/Etnia

    • RACISMO ESTRUTURAL E INSTITUCIONAL - Prof. Dennis de Oliveira (ECA-USP)

      23.04 | Das 9h às 13h

      1. Aula: Racismo Estrutural e Institucional

      Link da aula: 

      Professor ministrante - Dennis de Oliveira (ECA-USP)
      Professora ativista convidada - Ruth Alipaz Cuqui* Coordinadora General de la Coordinadora Nacional de Defensa de Territorios Indígenas Originario Campesino y Áreas Protegidas CONTIOCAP (Bolívia)
      Mediação - Tatiana Azeñas Mallea (Bolívia) (CELACC-USP)

      A aula será transmitida via nosso canal Diversidades USP no Youtube.

      1.1 Referência bibliográfica

      Dennis de OLIVEIRA. Racismo estrutural: uma perspectiva histórico-crítica. S. Paulo: Dandara, 2020.

      Cristiane Sabino de SOUZA. Racismo e luta de classes na América Latina. S. Paulo/Porto Alegre: Hucitec, 2020.


      2. Estudo dirigido 

      2.1 Atividade complementar

      A) Assistir a série de vídeos sobre o livro Racismo Estrutural: Uma perspectiva histórico-crítica  

      ∆ Racismo Estrutural: Uma perspectiva histórico-crítica

      A Editora Dandara e a Fundação Friedrich Ebert Brasil lançam o curso "Racismo Estrutural: uma perspectiva histórica e crítica" baseado no livro de Dennis de Oliveira. A ideia central do curso é discutir o racismo para além de comportamentos preconceituosos e articular o conceito de racismo estrutural com sua totalidade histórico-social. Através do livro de Dennis de Oliveira, pretendemos abrir espaços para um rico debate sobre o pensamento crítico e articulação das forças de esquerda e progressista na compreensão da formação histórico social brasileira e como o racismo se expressa no capitalismo na sua etapa de acumulação flexível em um país da periferia global como o Brasil.

      Aula 1, Flávia Rios – Após a era dos extremos, a restauração conservadora inicia o século XXI


      Aula 2, Fábio Nogueira - Fundamentos teórico-conceituais do racismo estrutural


      Aula 3, Márcio Farias - Esfera pública e ação direta do capital

      https://www.youtube.com/watch?v=yL4fsyZibMI&t=304s

      Aula 4, Cristiane Sabino - Das Rebeliões da senzala ao capitalismo dependente



      Aula 5, Prof. Dennis de Oliveira - Encerramento


      b) Responder as 12 questões dos testes de múltipla escolha. 
      Estarão disponíveis nessa plataforma após exibição da aula.


    • Questionário ícone
      Aberto: segunda-feira, 25 abr. 2022, 13:30
      Fechado: domingo, 1 mai. 2022, 23:59

      Atividade obrigatória, referente a aula inaugural: Racismo estrutural e institucional.


      Disponível se: Você faz parte de Raça/Etnia

    • MOVIMENTOS CULTURAIS DE PERIFERIAS 

      30.04 | Das 9h às 13h

      Promovida pelo módulo raça/etnia, o projeto Diversidades e Inclusão Social em Direitos Humanos junto com o CELACC USP, a Rede Quilombação e o AfroBase prepararam uma atividade de formação híbrida (presencial e online) sobre o tema Movimentos Culturais das Periferias, que acontece dia 30 de abril, das 9h às 13h, no Auditório Paulo Emílio (ECA/USP). Para participar presencialmente, os alunos e interessados em geral devem preencher o formulário de inscrições prévias.  O evento conta com a parceria do Cine Campinho, Comunidade Cultural Quilombaque, Cozinha Solidária Luciana Ferreira (MTST) e Círculo Palmarino e tem o poio da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão da USP. 

      Confira a programação no link abaixo e faça sua inscrição prévia. (Somente necessária para participação presencial): encr.pw/tyPwv


      Transmissão ao vivo pelo Canal Diversidades USP no Youtube.

      PROGRAMAÇÃO

      Movimentos Culturais das Periferias

      Dia 30 de abril (sábado)

      Das 9h às 13h

      ∆ Abertura

      - MEMÓRIAS DE LUTAS (9h)

      Exibição do mini doc. (Cine Campinho)

      https://www.facebook.com/watch/?v=560914401871842

      ∆ Roda de Conversa

      - EXPRESSÕES NEGRAS DAS LUTAS PERIFÉRICAS (9h30 - 12h00)

      Com João Nascimento (Treme Terra/Afrobase), Pedro Oliveira (Cine Campinho), Juliana Salles (OCCP-CELACC) e Thaís Santos 'Tata' (Quilombaque). Mediação: Joselício Jr. 'Juninho' (Círculo Palmarino)

      ∆ Exibição Especial**

      - TAMBORES DA DIÁSPORA (12h - 13h)

      Doc. (AfroBase) 

      **Somente presencial. (Obra recém-lançada nos cinemas)

      ∆ Lançamento de Publicações***

      - PERIFERIAS INSURGENTES* 

      Livro (IEA/OCCP-CELACC-USP)

      - CENTRAL PERIFÉRICA*

      **Somente presencial. (Vinculada à Campanha Quilombagem Solidária)

      Revista (OCCP-CELACC-USP)

      ∆ Campanha de Arrecadação de Alimentos****

      - COZINHA SOLIDÁRIA LUCIANA FERREIRA (MTST)

      QUILOMBAGEM SOLIDÁRIA - Ação Jd. Santo Eduardo - Embu das Artes

      Traga 1 Kg de alimento para doação e ganhe uma publicação (Livro* ou revista*)

      [Arroz, feijão, óleo, farinha, fubá, macarrão e extrato de tomate são os alimentos preferenciais]

      ****Somente presencial.

      >>Local: Auditório Paulo Emílio - Escola de Comunicação e Artes - USP

      Av. Prof. Lucio Martins Rodrigues, 443 (Campus Cidade Universitária - Butantã - São Paulo, SP)

      >>Transmissão online ao vivo: Canal Diversidades USP (YouTube)


      ATENÇÂO

      Para o dia dessa atividade presencial:

      OBRIGATÓRIO APRESENTAÇÃO DE COMPROVANTE DE VACINAÇÃO IMPRESSO OU DIGITAL.

      OBRIGATÓRIO O USO DE MÁSCARA EM TODOS OS LOCAIS DA USP (AMBIENTES ABERTOS E FECHADOS).



    • HISTÓRIA DO MOVIMENTO NEGRO - Dennis de Oliveira (ECA-USP)

      07.05 | A partir das 9h

      1. Aula: História do Movimento Negro

      Das 9h às 13h

      Acompanhe a transmissão ao vivo diretamente do nosso canal Diversidades USO no Youtube.


      Professor ministrante - Dennis de Oliveira (ECA-USP)

      Mediação - Tadeu Kaçula (EACH-USP)

      Sambista, sociólogo formado pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), Mestre e Doutorando em Mudança Social e Participação Política pela Universidade de São Paulo (USP), Coordenador executivo da UNAFRO - Universidade Livre de Sociologia e Comunicação Afro-brasileira, Coordenador nacional da NFNB - Nova Frente Negra Brasileira, membro do grupo de Estudos Latino Americano sobre Cultura e Comunicação (CELACC - USP), membro do grupo de estudos Griô da Universidade Federal da Bahia - (UFBA), autor do livro Casa Verde, uma pequena África paulistana e autor convidado no livro Cultura Política nas Periferias – estratégias de reexistência.

      Vídeo

      2. Estudo dirigido 

      2.1 Atividade complementar

      A) Filme Ôrí (1989). 

      a)  Assistir o filme Ôrí com a direção de Raquel Gerber e narração de Beatriz Nascimento.

      Sinopse: A história dos movimentos negros no Brasil entre 1977 e 1988 é contada no documentário Ôrí, lançado pela cineasta e socióloga Raquel Gerber. Tendo como fio condutor a vida da historiadora e ativista, Beatriz Nascimento, o filme traça um panorama social, político e cultural do país, em busca de uma identidade que contemple também as populações negras, e mostrando a importância dos quilombos na formação da nacionalidade. Da relação entre Brasil e África, o quilombo se faz como um contínuo histórico e fio condutor da história pessoal de Beatriz Nascimento, historiadora e militante negra, falecida prematuramente no Rio de Janeiro, em 1995. Mostra também a comunidade negra em sua relação com o tempo, o espaço e a ancestralidade, através da concepção de "quilombo" em contraponto à ideia de nacionalidade brasileira. Ôrí significa cabeça, um termo de origem Iorubá, povo da África Ocidental, que, por extensão, também designa a consciência negra na sua relação com o tempo, a história e a memória. 

      Documentário • SP • Brasil • 1989 • 93 min



      B) Oficina 2 - Bate-papo: "Filme Ôrí - As Ideias de Beatriz Nascimento" 

      07/05) | A partir das 14h 

      A transmissão pelo canal Diversidades USP.
      https://www.youtube.com/watch?v=BBX0O38tnpk
      Atividade obrigatória para alunos inscritos no módulo raça/etnia cadastrados no Moodle. Registrar participação na lista de presença que será disponibilizada no período da tarde.
      A.1 - Participar da oficina 2 "As Ideias de Beatriz Nascimento", pate-papo virtual com o professor Alex Ratts (UFG) e a professora Leonor Araújo (CCHN-UFES), sob a mediação de Jamyle Costa (PPGME-UNIR).

      Alex Ratts - Mestre em Geografia e doutor em Antropologia pela Universidade de São Paulo (2001). Professor na Universidade Federal de Goiás. Publicou “Eu sou Atlântica: sobre a trajetória de vida de Beatriz Nascimento “ (São Paulo, Imprensa Oficial/Instituto Kwanza, 2006), “Lélia Gonzalez” (São Paulo, Selo Negro, 2010) em coautoria com Flávia Rios e organizou "Todas (as) distâncias: poemas, aforismos e ensaios de Beatriz Nascimento (Salvador, Editora Ogum's Toques Negros, 2015) com Bethania N. F. Gomes. Publicou a coletânea "Uma história feita por mãos negras: relações raciais, quilombos e movimentos" (Rio de Janeiro, Zahar, 2021) com textos de Beatriz Nascimento.

      Leonor Araujo é professora da CCHN/UFES, atuando principalmente nos temas: Brasil, Espírito Santo, comunidades negras e quilombolas, escravidão, racismo e currículo. Mestra em História Social das Relações Políticas e Especialização em Educação (Formação e Práxis do Professor) ambas pela UFES e, . Especialização em História das Sociedades Agrárias pela UFG. Presidente Nacional do Instituto Ganga Zumba, entidade do Movimento Negro Brasileiro. Conselheira do Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial – CNPIR/SEPPIR/PR. Iyá Ekédjy Leonor Ty Sàngó também tem  pesquisas afrocentradas, principalmente sobre a ausência da intelectual negra de Beatriz Nascimento em diversas bibliografias, ela que teceu conceitos como ancestralidade.

      Jamyle Costa é professora licenciada em Geografia pela Universidade Federal de Rondônia (1999), Especialização em Solos e Meio Ambiente pela Universidade Federal de Lavras-MG (2003) atualmente é aluna do Programa de Pós-graduação em Estudos Literários da Universidade Federal de Rondônia/ PPGMEL e Professora da Educação Básica da Rede Estadual de Ensino. Tem experiência na área cultura negra, mídia e combate ao racismo em instituições não governamentais.

      A.2 Leitura complementar:

      NASCIMENTO, Beatriz. Literatura e identidade. In: RATTS, Alex e GOMES, Bethania F. Nascimento (Org.) Todas (as) distâncias: poemas, ensaios e aforismo de Beatriz Nascimento. Salvador, Editora Ogum’s Toques Negros, 2015, p. 105-112.






    • Arquivo ícone

      NASCIMENTO, Beatriz. Literatura e identidade. In: RATTS, Alex e GOMES, Bethania F. Nascimento (Org.) Todas as distâncias: poemas, ensaios e aforismos de Beatriz Nascimento, Salvador, Editora Ogum's Toques Negros, 2015, p. 105-112.


    • FEMINISMO NEGRO E FEMINISMO INDÍGENA


      14.05 | Das 9h às 13h

      Professora ministrante- Tatiana Oliveira (CELACC-ECA USP)

      Professora ministrante- Tatiana Azeñas (CELACC- ECA USP)

      Mediação: Eliane Almeida

      A aula será transmitida via nosso canal Diversidades USP no Youtube.

      Vídeo

       


      B) Oficina 3 - A EXPERIÊNCIA DE ORGANIZAÇÃO DA MARCHA DE MULHERES NEGRAS


      14/05) | A partir das 14h 


      A transmissão pelo canal Diversidades USP.

      Link da atividade: 

      Atividade obrigatória para alunos inscritos no módulo raça/etnia cadastrados no Moodle. Registrar participação na lista de presença que será disponibilizada no período da tarde.





    • IMIGRANTES LATINO-AMERICANOS E AFRICANOS 

      21.05 | Das 9h às 13h

      A aula será transmitida via nosso canal Diversidades USP no Youtube.


      Primeira parte da aula

      Professor ministrante  - prof. Marcio Farias (UNIFESP/CELACC-USP)

      Marcio Farias é psicólogo, mestre e doutor em Psicologia Social Puc SP, membro do Nutas(Núcleo de Estudos Sobre Trabalho e Ação Social ), Professor convidado do Etnocult (Celacc Eca Usp) Instituto Amma Psique e Negritude

      Professores ministrantes - profa, Ester Vargem e prof. Alex Vargem

      Ester Vargem é assistente Social, Especialista em Saúde Pública, Mestra em Historia Social pela PUC/SP, pesquisadora da imigração africana no Brasil contemporâneo, funcionária aposentada da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania da Prefeitura de São Paulo, integrante do coletivo GERESS Grupo de Estudo das Relações Étnico Raciais e o Serviço Social, compõe a atual diretoria da ABEPSS Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social-Regional Sul II.

      Alex Vargem é sociólogo - Doutorando em Ciências Sociais pela Unicamp. Bacharel em Ciências Sociais pela PUC-SP. Diplomado sobre o Direito dos Refugiados pelo International Institute of Humanitarian Law (IIHL), Itália. É membro do Comitê de Ética em Pesquisa do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP). Assessor da Comissão de Direitos Humanos, Migrantes e Combate à Xenofobia do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CONDEPE) de São Paulo. Há mais de 20 anos atua junto aos imigrantes e refugiados africanos na cidade de São Paulo.

      Mediação - Sandra Regina Ramos Braz

      Sandra Regina Ramos Braz é formada em Psicologia pela Universidade Ibirapuera - UNIB; Mestra em Psicologia Social pela Universidadede São Paulo - USP, discute o tema Noções de sucesso e fracasso profissional. Doutoranda pelo ProMuspp -  Mudança Social e Participação Política/EACH-USP. Pesquisadora no Grupo de Estudo Psicologia Política, Políticas Públicas e Multiculturalismo. Membra do Núcleo Temático Psicologia e Movimentos Sociais – CRP-SP. 


      Bibliografia Base - aula prof. Marcio Farias

      1. LABCIDADE. Mobilidade Humana e Coronavírus: Dialética da solidão na imigração negra contemporânea. LabCidade. Disponível em: <http://www.labcidade.fau.usp.br/mobilidade-humana-e-coronavirus-dialetica-da-solidao-na-imigracao-negra-contemporanea/>;. Acesso em: 13 maio 2022.

      http://www.labcidade.fau.usp.br/mobilidade-humana-e-coronavirus-dialetica-da-solidao-na-imigracao-negra-contemporanea/


      ALMEIDA, Acacio, Vargem, Ester.  Travessias clandestinas: Entre as fronteiras da esperança. Revista Odere. Revista do Programa de Pós-Graduação em Relções Étnicas e Contemporaneidade – UESB. Ano.2017. Volume 2, número 4 julho  - Dezembro de 2017. 


      MALOMALO, B.; VARGEM, A. A. A imigração africana contemporânea para o Brasil: entre a violência e o desrespeito aos direitos humanos. Diáspora africana e migração na era da globalização: experiência de refúgio, estudo, trabalho. 1ed.Curitiba: CRV, 2015, v. 1, p. 107-123.


      Vargem, Alex. Entre selfies e escombros: imigrantes e refugiados após desabamento no Largo Paissandu. MigraMundo. 2018. Disponível em: https://migramundo.com/selfies-escombros-imigrantes-refugiados-apos-o-desabamento-largo-paissandu/


      Vargem, Alex. O caso Moise e a situação dos imigrantes africanos no Brasil. Folha de São Paulo. Podcast para o programa Café da Manhã. Fevereiro de 2022.

      Link: https://www1.folha.uol.com.br/podcasts/2022/02/o-caso-moise-e-a-situacao-dos-imigrantes-africanos-no-brasil-ouca-podcast.shtml


      VARGEM, Ester Fátima. Imigrantes Africanos no Brasil Contemporâneo: Fluxos e Refluxos da Diáspora. São Paulo. Dissertação de Mestrado em História Social. 2014. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.


      B) ATIVIDADE COMPLEMENTAR 

      Assistir os três documentários e relacioná-lo ao conteúdo da aula.

      1) Percepções de um angolano e um belga em Florianópolis

      2) Braços abertos portas fechadas - Brasil


      3) Direitos Humanos - Racismo contra imigrantes



      Obrigatório aos alunos do módulo de raça e etnia.



    • Arquivo ícone

      VARGEM, Alex; MALOMALO, Bas´Ilele. A imigração africana contemporânea para o Brasil: entre a violência e o desrespeito aos direitos humanos. In: MALOMALO, Bas´Ilele; BADI, Mbuyi Kabunda; FONSECA, Dagoberto José. Diáspora africana e a imigração da era da globalização: experiências de refúgio, estudo, trabalho. Curitiba: CRV, 2015, pp. 107-123.

    • Arquivo ícone

      Rodrigues, E. F. V., & Santos, A. S. A. (2017). Travessias clandestinas: entre as fronteiras da esperança. ODEERE2(4), 110-123. https://doi.org/10.22481/odeere.v0i4.2368



    • CULTURA NEGRA E CULTURA INDÍGENA COMO FORMA DE RESISTÊNCIA

      28.05 | Das 9h às 13h

      A) AULA: CULTURA NEGRA DE RESISTÊNCIA

      Professor ministrante - Joselício Junior (EACH-USP)

      Professora ministrante - Tâmara Pacheco (EACH-USP)

      Mediador - Rodrigo Sanches (EACH-USP)

      A aula será transmitida via nosso canal Diversidades USP no Youtube.


      a) Referência bibliográfica

      PACHECO, Tâmara. Desconstruindo estereótipos: narrativas da mulher negra no batuque de umbigada paulista. 2017. 266 f. Dissertação (Mestrado em Ciências) – Escola de Artes Ciências e Humanidades, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2017.

      https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/100/100134/tde-11122017-155233/pt-br.php

      b) Trechos do documentário "No Repique do Tambu – O Batuque de Umbigada Paulista", produzido pela TV Cultura, Associação Cultural Cachuera, Rede Sesc Senac de TV em 2003, e dirigido por Paulo Dias e Rubens Xavier.


      "No Repique do Tambu" parte 3



      B) ATIVIDADE COMPLEMENTAR: BATE-PAPO 14h

      BEM VIVER, DIREITOS DA NATUREZA E CIDADANIA MULTICULTURAL

      Com Célio Turino (Instituto Casa Comum) e Henry Durante (PROLAM-USP/Consultor UNESCO) 

      Mediação: Tâmara Pacheco (EACH-USP)

      Atividade obrigatória para os inscritos no módulo de Raça/Etnia.

      A aula será transmitida via nosso canal Diversidades USP no Youtube.


      O tema do encontro trará a relação entre as políticas públicas em Cultura no Brasil e as reformas constitucionais de Equador (2008) e Bolívia (2099), as quais incorporam o Bem Viver, um conjunto de práticas culturais e princípios filosóficos inerentes às cosmovisões de populações campesinas andinas, sobretudo indígenas, e também o reconhecimento da Pachamama, a Mãe Terra como sujeito de direitos, abrindo espaços para o desenvolvimento de novas ambientações sociais no campo dos direitos humanos a partir de um conceito decolonial de cultura que supere a separação eurocêntrica entre natureza e cultura.

      Célio Turino é historiador, escritor e gestor de políticas públicas. Exerceu diversas funções públicas, entre as quais, Secretário de Cultura e Turismo em Campinas (1990/92), Diretor de Promoções Esportivas Lazer e Recreação em São Paulo (2001/2004) e Secretário da Cidadania Cultural no Ministério da Cultura do Brasil (2004/ 10). Convidado pelo então ministro da Cultura, Gilberto Gil, para pensar um programa de descentralização cultural no Brasil, formulou e implantou o programa CULTURA VIVA e os Pontos de Cultura. Desde 2011 se dedica a difundir o conceito e teoria da Cultura Viva pelo mundo, principalmente na América Latina, e o programa já está presente, com movimentos, leis e políticas públicas específicas, em 17 países. Pela repercussão do trabalho, o Papa Francisco o convida para ministrar conferências no Vaticano, resultando na assinatura de convênio com o Programa Pontifício SCHOLAS OCCURRENTES (Escolas do Encontro) para transformar a proposta de AGENTES JOVENS DA COMUNIDADE e PONTOS DE ENCONTRO (conceito alargado de Ponto de Cultura) em programa mundial. É autor de diversos livros, dezenas de ensaios e centenas de artigos, editados no Brasil e no exterior, com tradução para o espanhol e inglês; seu mais recente livro é “POR TODOS OS CAMINHOS – Pontos de Cultura na América Latina” – Editora SESC/SP, 2020.

      Henry Durante é produtor cultural e pesquisador de culturas populares de tradição oral. Atualmente é consultor da UNESCO, coordenando o projeto de reparação do patrimônio histórico, artístico e cultural das comunidades atingidas pela barragem de Fundão, em Mariana -MG. Atuou como Assessor do Ministério da Cultura. Em 2012 criou o Projeto Acervo das Tradições ( www.acervodastradicoes.com.br ), por onde já lançou 16 CDs e 2 Livros- CD registrando grupos de cultura popular tradicional e contadores tradicionais de história. Conclui em 2022 Doutorado pelo Programa de Integração da América Latina (PROLAM) da Escola de Comunicações e Artes - ECA-USP, na linha de pesquisa Comunicação e Cultura, pesquisando a relação entre os direitos culturais e os direitos da natureza no contexto do neo-constitucionalismo latinoamericano. Em 2016 tornou-se concluiu seu Mestrado em Mudança Social e Participação Política pelo PROMUSPP da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo - EACH-USP pesquisando o impacto das políticas públicas de cultura em comunidades de tradição oral. É também especialista em Gestão Cultural pelo CELACC-ECA-USP e pela Universitat de Girona/Itaú Cultural.




    • 1) EDUCAÇÃO ANTIRRACISTA

      04.06| Das 9h às 13h


      A aula será transmitida via nosso canal Diversidades USP no Youtube.

      Professora ministrante 1 - Maria da Glória Calado (SENAC-SP/CELACC-USP)
      Maria da Glória Calado - Possui doutorado em Educação pela Universidade de São Paulo (2013), mestrado em Psicologia pela Universidade São Marcos (2007) e graduação em Psicologia pela Universidade São Marcos (1987). É educadora, psicóloga, pesquisadora no campo da educação e estuda as relações étnico-raciais na escola, inclusive com a participação no grupo de pesquisa "Raça, gênero, etnomatemática e culturas afro-brasileiras - relações étnico-raciais e diversidade de gênero na construção de uma epistemologia afrobrasileira e feminista nas escolas públicas de São Paulo", da Universidade de São Paulo. Atualmente, é professora horista do Centro Universitário Senac, professora convidada dos cursos de pós-graduação do Centro de Estudos Latino-Americanos sobre Cultura e Comunicação (CELACC-USP), psicóloga clínica e psicóloga voluntária no Centro de Direitos Humanos de Sapopemba (CDHS), em São Paulo, e participante do núcleo de Relações Raciais do Conselho Regional de Psicologia (CRP-SP). Participante da Rede de Proteção e Resistência contra o Genocídio, do grupo de pesquisa Movimentos Sociais, Comunicação, Cultura e Território na América Latina (CELACC-USP) e do grupo Mães em Luto da Zona Leste, tem experiência na área de Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: lei 10.639; racismo; movimentos sociais; educação antirracista; intervenção curricular; e racismo e educação.

      Professora ministrante 2 - Eva Aparecida (CELACC-USP)

      Atualmente, integra o Núcleo de Educação para as Relações Étnico-Raciais – NTC/COPED/SME-SP. Coordenadora Pedagógica da SME/SP, professora de História na educação básica e ensino superior, pesquisadora de temas relacionados à educação escolar indígena e lei 11.645/08. Mestre em História Social, FFLCH/USP, Livros diferenciados para escolas indígenas e doutoranda pelo mesmo programa com a pesquisa sobre Processos de formação de professores indígenas no Brasil

      Mediação:  profa. Ceres  Santos (UNEB)
      Ceres é ativista dos movimentos negro e de mulheres negras. É jornalista e tem doutorado pela ECA/USP. Estuda sobre Políticas de Ações Afirmativas; Imprensa Negra; Comunicação antirracista, Educom e feminismos negros. É professora na UNEB, no Curso de Jornalismo em Multimeios, em Juazeiro/BA e é vice coordenadora do Grupo de Pesquisa Hierarquização Étnico-Raciais em Comunicação e Direitos Humanos (RHECADOS) e participa do grupo de estudos do Centro de Estudos Latino-americanos sobre Cultura e Comunicação (CELACC/USP).

      2) ATIVIDADE COMPLEMENTAR - 14H 

      RODA DE CONVERSA: DCNs NA EDUCAÇÃO ÉTNICO-RACIAL
      Quais foram as conquistas e quais os desafios atuais na implementação das "Diretrizes curriculares nacionais para o ensino das relações étnico-raciais e de história e cultura afro-brasileira e africana". Aprovadas em 2004, as "DCNs" marcam um conjunto de estratégias pedagógicas para levar à escola a discussão das relações raciais no Brasil, muitas vezes silenciada ou desqualificada dentro da crença que se apoiou o país como uma democracia racial. Quais as experiências, os limites e possibilidades de trabalhos recentes produzidos dentro dessa regulamentação que apresenta apontamentos para a democratização e erradicação de desigualdades históricas da sociedade brasileira.

      Atividade obrigatória para os inscritos no módulo de Raça/Etnia.

      A aula será transmitida via nosso canal Diversidades USP no Youtube.



      Mônica do Amaral é Professora Associada, Livre-Docente e Pesquisadora Senior da Faculdade de Educação da USP e do Programa de Pós-Graduação em Educação da FEUSP, nas áreas de Psicologia e Filosofia da Educação. Profa do Programa de Pós-Graduação Humanidades, Direitos e outras Legitimidades da USP. É Membro Efetivo da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo.Defendeu tese de Livre-Docência (FEUSP, 2010), que resultou na publicação do livro: O que o rap diz e a escola contradiz: um estudo sobre a  arte de rua e a  formação da juventude na periferia de São Paulo (Alameda Ed./FAPESP, 2016).Coordenou alguns projetos de pesquisa de Melhoria do Ennsino Público e de Políticas Públicas, financiados pela FAPESP. A ultima pesquisa resultou na publicação da coletânea: AMARAL, Mônica G. T. do et ali. Culturas ancestrais e contemporâneas na escola - novas estratégias didáticas para a implementação da Lei 10639/2003. 1a.ed. São Paulo: Alameda, 2018. Atualmente, coordena o projeto de pesquisa: Docências compartilhadas, formação continuada e a Lei 10.639/03: o papel das culturas urbanas em escolas públicas de diferentes regiões periféricas (CNPq,2021). Lidera, juntamente com o Prof. Renato Noguera (UFRRJ), o grupo: Grupo de Estudos e Pesquisas Educação e Afroperspectivas(CNPq).

      Cristiane Santana é licenciada em Letras (Português/Espanhol) UNESP/FCL - Assis. Atuou nas redes públicas de ensino estadual e municipal, além de ministrar cursos de formação de professores focados nas Leis 10.639/03 e 11.645/08. Exerceu a função de técnica pedagógica na Secretaria Municipal de Educação, no Núcleo de Educação Étnico-racial, atuando, principalmente, na formação continuada de educadores. É mestre em Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa (FFLCH/USP) e tem focado suas pesquisas nas literaturas de Angola e Moçambique, assim como, na literatura afro-brasileira. É docente do IFSP (Instituto Federal de São Paulo) - Campus Guarulhos e coordenadora do NEABI (Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas)/IFSP.

      Valdenor S. dos Santos é doutorando pelo Programa de Pós-Graduação Humanidades, Direitos e Outras Legitimidades, FFLCH/USP; Mestre em Educação pela FEUSP; Pesquisador no Projeto Multiculturalismo e Educação, FEUSP/CNPQ Coordenado pela Profa. Dr. Mônica do Amaral; Mestre de Capoeira com 57 anos de atuação na área; Representante da FEDERAÇÃO INTERNACIONAL DE CAPOEIRA no Brasil FIC; Diretor na CONFEDERAÇÃO DE CAPOEIRA DESPORTO DO BRASIL, CCDB; Ministra Cursos de Extensão Universitária sobre a História da Cultura Afro Brasileira, tendo como eixo a Capoeira/Educação em atendimento às Leis Federais: 10.639/03, 11.645/08 e 12.288/10; Coordenador no Programa de Formação de Professores (as) GT/USP/ESCOLA /APEP; Diretor da Associação dos Professores de Escolas Públicas e Escolas sem fins lucrativos APEP. Link Lattes:  http://lattes.cnpq.br/1603840463811816

      Mauro Torres Siqueira é doutor em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação na Universidade de São Paulo (2015). Mestre em Serviço Social pelo Programa de Pós-Graduação em Serviço Social na Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (2005). Graduado em História pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (2002). Professor Adjunto da Universidade Federal do Tocantins/Campus Tocantinópolis, lotado no Curso de Pedagogia. Coordenador do Núcleo de Estudos e Pesquisas Interdisciplinares da África e dos Afro-brasileiros - NEAF. Atualmente é Diretor do Câmpus Universitário de Tocantinópolis. Tem estudado Educação para as Relações Étnico-Raciais; preconceito racial, jovens.

      Mediação- Jamyle Costa é professora Licenciada em Geografia pela Universidade Federal de Rondônia (1999), Especialização em Solos e Meio Ambiente pela Universidade Federal de Lavras-MG (2003) atualmente é aluna do Programa de Pós-graduação em Estudos Literários da Universidade Federal de Rondônia/ PPGMEL e Professora da Educação Básica da Rede Estadual de Ensino. Tem experiência na área cultura negra, mídia e combate ao racismo em instituições não governamentais.

      Plano de aula - profa. Maria da Glória Calado

      EDUCAÇÃO ANTIRRACISTA COMO BANDEIRA DE LUTA: ORIGENS E IMPLICAÇÕES PSICOSSOCIAIS

      Ementa: Enquadres para a compreensão do racismo no Brasil; Primeiro enquadre – escravismo: o negro como objeto; Segundo enquadre – abolição: negro livre e inferior; Terceiro enquadre – República Velha: a “legitimação ideológica” da inferioridade do negro; Quarto enquadre – Constituição de 1988: o negro como sujeito de direitos; Movimento Negro Educador e suas expressões no século XX; histórico de luta pelas implementações das alterações da LDB pelas leis 10.639/03 e 11.645/08; silenciamento do racismo no contexto escolar; avanços e entraves para a construção de uma sociedade antirracista.

      Objetivos:

      ü  Problematizar a ideologia racista na sociedade brasileira a partir do conceito de enquadre;

      ü  Apresentar os marcos da implementação da Lei 10639/03 e suas implicações para os diversos atores envolvidos no processo;

      ü  Refletir sobre avanços e entraves para a construção de uma sociedade antirracista a partir da perspectiva da educação.

      Bibliografia básica:

      CALADO, Maria da Glória. De objeto a sujeito de direito In: Escola e enfrentamento do racismo: as experiências das professoras ganhadoras do Prêmio Educar para a Igualdade Racial. 2013. Tese (Doutorado em Educação) - Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2013, p. 25-77. doi:10.11606/T.48.2013.tde-25032014-133053. Disponível em: <https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/48/48134/tde-25032014-133053/pt-br.php>;. Acesso em: 15 maio 2022.

      SANTOS, Sales Augusto dos. A Lei 10.639/03 como fruto da luta antirracista do movimento negro In: GOMES, Nilma Lino (org.). Educação anti-racista : caminhos abertos pela Lei Federal nº 10.639/03. Brasília: Ministério da Educação, SECADI, 2005. (Coleção Educação para Todos). Disponível em: <http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=16224>;. Acesso em: 18 jan. 2021.

      SANTOS, Jorge Luís Rodrigues dos. Desafios para a efetivação de uma educação antirracista. In: COPENE Sudeste, 3., 2019, Vitória (ES). Anais do III COPENE Sudeste. Vitória: COPENE, 2019. Disponível em: <https://www.copenesudeste2019.abpn.org.br/resources/anais/14/copenesudeste19/1561996104_ARQUIVO_e33677a3e81c04d5de3a851231cfc099.pdf>;. Acesso em: 15 mar. 2020.

      Bibliografia complementar:

      BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Parecer 3/2004.  Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Disponível em:<http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/003.pdf>; Acesso em: 20 out. 2020.

      DOMINGUES, Petrônio. Um "templo de luz": Frente Negra Brasileira (1931-1937) e a questão da educação. Rev. Bras. Educ.,  Rio de Janeiro ,  v. 13, n. 39, p. 517-534,  Dec.  2008 .   Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-24782008000300008&lng=en&nrm=iso>;. Acesso em:  15  mar.  2021.  https://doi.org/10.1590/S1413-24782008000300008.

      CARNEIRO, Sueli. A batalha de Durban. Rev. Estud. Fem.,  Florianópolis ,  v. 10, n. 1, p. 209-214,  Jan.  2002 .   Disponível em:<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-026X2002000100014&lng=en&nrm=iso>;. Acesso em: 20  out.  2020. 

      CARNEIRO, Sueli. Epistemicídio. 2014. Disponível em: <https://www.geledes.org.br/epistemicidio/>. Acesso em: 02 ago. 2021.

      MUNANGA, Kabengele. (Org.) Superando o racismo na escola. 3. ed. Brasília: Ministério de Educação, 2005. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/secad/arquivos/pdf/racismo_escola.pdf>. Acesso em: 13 ago. 2021.

        Vídeos:

      ·         Racismo – O crime perfeito” - Kabengele Munanga -

      ·         Nossa Voz Ecoa – Lei 10.639/03 - https://youtu.be/-Pv0RTnsJak

      ·         Você conhece a Lei 10.639/03? -

      ·         Live – Educação como um ato de liberdade: lei 10.639/03 e lei 11.645/08 -

      ·         Cores e botas -

      ·         Bonecas negras -

      ·         O perigo de uma história única - https://www.ted.com/talks/chimamanda_ngozi_adichie_the_danger_of_a_single_story/transcript?language=pt-br

       


    • Arquivo ícone

      Educação Antirracista- Eva Santos


    • RELIGIOSIDADES NEGRAS

      11.06 | Das 9h às 13h


      Professor ministrante 1 - Ivan Poli | CELACC-USP/SOAD

      Professor ministrante 2 - Sidnei Nogueira [Pai Sidnei de Xangô] | Inst. Ilê Ará SP

      Mediação: Tadeu Kaçuça - EACH-USP

      A aula será transmitida via nosso canal Diversidades no Youtube.

      Ivan da Silva Poli (Osunfemi Elebuibon) é autor do Renascimento Africano (e outros Renascimentos do Sul), único autor brasileiro reconhecido por autoridades tradicionais, politicas e acadêmicas em diversos países africanos sobre a temática. Entre os anos de 1996 e 2005, viajou por 22 países em 5 continentes durante 9 anos visitando instituições religiosas e educacionais. Em 2004 ingressou na Universidade de São Paulo no curso de Pedagogia. Em 2014 obteve o titulo de Mestre em Educação com a dissertação A Defesa dos Mitos Africanos na Educação. Atualmente é professor na Escola de Comunicação e Artes da mesma USP lecionando a disciplina de Africanidades e Etnicidades na Pós Graduação ETNOCULT (Relações Étnico-Raciais, Cultura e Educação) do Centro de Estudos Latino Americanos de Cultura e Comunicação (CELACC) e preside o Parlamento do Estado da Diáspora Africana para a América do Sul -SOAD. Em seu portifólio tem mais de 11 cursos (como Sociologia e Antropologia dos Orixás) e palestras sobre temas de seus livros que ministra em universidades, secretarias de educação, centros culturais e escolas públicas e privadas dentro das leis 10639/03 e 11645/08. 

      Linkedin: https://www.linkedin.com/in/ivan-poli-41b38923/ ;  

      Escavador: https://www.escavador.com/sobre/3251430/ivan-da-silva-poli

      Sidnei Barreto Nogueira possui graduação em Letras pela Universidade Braz Cubas (1995), mestrado em Semiótica e Lingüística Geral pela Universidade de São Paulo (2001) e doutorado em Doutorado em Semiótica e Linguística Geral pela FFLCH- Universidade de São Paulo (2009). Atualmente é Coordenador e Professor do Instituto Ilê Ará SP - Instituto Livre de Estudos Avançados em Religiões Afro-brasileiras e do Projeto CONVERSA DE TERREIRO ? Jornada de Diálogos, Estudos, Dinâmicas e Sistematização de Conhecimentos Ancestrais da África Negra - Projeto para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial. É membro da Ocupação Cultural Jeholu, ativista e escritor dos livros "Coisas do Povo do Santo" (2011) e "O que é Intolerância Religiosa" - Coleção Feminismos Plurais - 2019 - (no prelo). Professor de Semiótica, Linguística, Língua Portuguesa, Africanidades, Coordenador e professor do primeiro curso de Afroteologia em São Paulo tem atuado tanto em termos de pesquisa como em palestras e aulas sobre os temas: racismo, homofobia e lugar de fala, racismo religioso, semiose do Candomblé, Orixalidade, línguas africanas com destaque para a língua yorùbá, africanidades, afroteologia, a invenção da categoria semântica "negro" pelo homem branco, afrocentricidades versus eurocentrismo, colonialismo, pré e pós colonialismo e decolonialidade.

      1)Aula professor Ivan Poli

      Tema: A Sociologia de EXU 

      Apresentação em Power Point da aula em anexo (abaixo) 

      2) Bibliografia recomendada

      a) POLI, Ivan. A Sociologia de Exu. Paidéia Negra, 2016
      https://www.academia.edu/42623079/A_SOCIOLOGIA_DE_EXU

      b) POLI, Ivan. Xangô veio antes de Rousseau.

      https://www.academia.edu/43052853/Xang%C3%B4_veio_antes_de_Rousseau

      c) POLI, Ivan. Pedagogia dos Orixás. Paidéia Negra, 2016.

      https://www.academia.edu/36058042/Pedagogia_dos_Orix%C3%A1s

      d) POLI, Ivan. Yansã enlouqueceu Freud em seu Divã. Paidéia Negra, 2016.

      https://www.academia.edu/42996492/Yans%C3%A3_enlouqueceu_Freud_em_seu_Div%C3%A3

      3) Vídeos recomendados

      a) A Sociologia de Exu - Bate papo RAIZES 

      b) Programa Farofa Crítica: Ivan Poli fala sobre o Renascimento Africano e a diáspora dos povos africanos na América


      c) Oração à Laicidade (Por Ivan Poli)


      d) Pequena descrição do capítulo sobre Exu do Livro Antropologia dos Orixás (Por Ivan Poli)


      e) Curso Sociologia dos Orixás no Ateliê do Bixiga


      f) Breve vídeo sobre mitos dos Orixás para Prefeitura de São Paulo (5 minutos)


      g) Yansã enlouqueceu Freud em seu Divã - Palestra


      4) Vídeos da aula:



    • POLÍTICAS PÚBLICAS PARA A POPULAÇÃO NEGRA/INDÍGENA E VIOLÊNCIA 

      25.06| Das 9h às 13h

      Professor ministrante - Denis Martins (EACH-USP)

      Professora ministrante - Eliete Barbosa (PUC-SP/CELACC-USP)

      Mediação - Tâmara Pacheco (EACH-USP)

      A aula será transmitida via nosso canal Diversidades USP no Youtube.


      A) Aula profa. Eliete Barbosa

      1. Leituras obrigatórias:

      a. BARBOSA, E. E. Na militância para o reconhecimento: um estudo de mulheres negras ativistas na cidade de São Paulo.. S. Paulo: PUCSP, 2015 (dissertação de mestrado). Ler Capítulo 1. (anexo)

      b. BARBOSA, E. E. As políticas públicas sociais na perspectiva das experiências de mulheres negras chefe de famílias na periferia da cidade de São Paulo. Ler artigo. (anexo)


      Eliete Edviges Barbosa é professora no curso Cultura, educação e relações étnico-raciais (ETNOCULT) no CELAAC – USP. Pesquisadora pela Universidade de Concordia. Atuou como tutora presencial na Universidade de Santo Amaro no curso de Serviço Social (Unisa/SP). Mestre e Doutoranda em Psicologia Social pela PUC/SP. Possui graduação pelo Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas. Tem experiência na área de Serviço Social, com ênfase em projetos habitacionais, de reurbanização de áreas degradadas e movimentos populares, atuando principalmente nos seguintes temas: movimentos sociais, políticas públicas, multiculturalismo e relações raciais.

      Denis Martins é professor; Historiador e Geográfo; Mestre em Ciências da Humanidade -EACH USP. Doutorando em Gestão de Políticas Públicas - EACH USP. Especialidade em Raça e Racismo no Brasil; Produção do território paulistano; Produção do território periférico da cidade de São Paulo; Necropolitica e genocídio da população negra em São Paulo.


      ATIVIDADE COMPLEMENTAR

      25.06| Às 14h

      Oficina 8 - Partilha de experiências: Luta pela terra, ancestralidade e políticas públicas

      Com Profa. Tereza Cristina Kezonazokero (Povo Haliti Paresi - MT) e Profa. Filó dos Santos (Quilombo do Carmo / São Roque - SP). Mediação: Profa. Eliete Barbosa (PUC-SP/CELACC-USP) 



    • Arquivo ícone

      BARBOSA, E. E. Na militância para o reconhecimento: um estudo de

      mulheres negras ativistas na cidade de São Paulo.. S. Paulo: PUCSP,

      2015 (dissertação de mestrado) [Capítulo 1]

    • Arquivo ícone

      As políticas públicas sociais na perspectiva das experiências de mulheres negras chefe de famílias na periferia da cidade de São Paulo



    • MUNDO DO TRABALHO: IMPLICAÇÕES À POPULAÇÃO NEGRA

      02.07 | Das 9h às 13h

      Professora ministrante -  Ma Regiane Vieira Wochler (PECEGE-ESALQ USP)

      Mediação - Sandra Braz (EACH-USP)

      A aula será transmitida via nosso canal Diversidades no Youtube.

      1. AULA 9: 

      02.07 | Das 9h às 13h


      Breve descrição: Considerando a atual conjuntura relacionada às questões socioeconômicas e, precarizações referentes à qualidade de vida, pensa-se em discutir sobre o mundo de trabalho, na dimensão racial/racialidade.

      Tema: “Mundo do Trabalho: implicações à população negra”

       1) Roteiro de aula: 

      - Resgate histórico da formação do mercado de trabalho brasileiro 

      - Fundamentação do hiato da desigualdade e inserção inadequada do negro no mercado de trabalho: “a era da modernidade” 

      - Principais características do mercado de trabalho brasileiro pós anos 90: análise dos dados através das interseccionalidades de raça e gênero. 

      - Atualidade do mercado de trabalho: pandemia, impactos sobre a população negra, desafios e perspectivas futuras – empreendedorismo, precarização/uberização e mudanças estruturais em andamento. 

      2) Questionário com questões abertas, para que os alunos possam responder ao final das aulas. 

      i) Como se deu a estruturação e formação do mercado de trabalho brasileiro? Você acredita que tais influências são reproduzidas e estão presentes nos processos 

      ii) Como as interseccionalidades de raça, gênero e classe se fazem presentes nos processos de reprodução social e definem a empregabilidade do “trabalhador moderno”? 

      3)Referências bibliográficas: 

      a) Fernandes, Florestan. A integração do negro na sociedade de classes, Dôminus Editora, 1965. 

      b)  GONZÁLEZ, Lélia. A mulher negra na sociedade brasileira: Uma abordagem político-econômica. In: RIOS, Flávia; LIMA, Márcia (Orgs). Por um feminismo afro-latino-americano: ensaios, intervenções e diálogos. Rio de Janeiro: Zahar, 2020, p. 49-64 

      c) Moura, Clóvis. “De Bom Escravo a Mau Cidadão”. 

      d) Melo, João Manuel. O capitalismo tardio – capítulo 1.2.3 O momento decisivo da crise da economia colonial e a emergência do trabalho assalariado 

      e) Mapa do Negro no mercado de trabalho no Brasil. Dieese (2022), Disponível em: https://www.dieese.org.br 

      f) Retrato das desigualdades de gênero e raça. Ipea. 2020 

      g) Santos, G. Silva, M. (org). Racismo no Brasil – percepções da discriminação e de preconceito racial no século XXI. Ed Fundação Perseu Abramo (2005)

      2. ATIVIDADE COMPLEMENTAR

      02.07 | Às 14h


      Oficina 9
      Bate-papo: "Filme: Sete prisioneiros: Racismo, Trabalho, Humanidade e Cultura"
      Com a atriz Dirce Thomaz e o cineasta Alexandre Moratto . Mediação: Sandra Braz (EACH-USP)

      Indicação:


      https://www.netflix.com/br/title/81173970?s=a&trkid=13747225&t=wha&vlang=pt&clip=81509340
      2021 | 14 | 1h 34min | Drama
      Sinopse: Um jovem humilde precisa escapar das garras de um traficante de pessoas. Será que ele vai conseguir se manter fiel aos seus princípios enquanto luta para sobreviver?



      A. Leituras complementares:

      a) ALMEIDA, Silvio Luiz de. Racismo estrutural. São Paulo: Sueli Carneiro ; Pólen, 2019.

      b) SOUZA, Vanderlei Sebastião de; SANTOS, Ricardo Ventura. O Congresso Universal de Raças, Londres, 1911: contextos, temas e debates. Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi. Ciências Humanas, v. 7, n. 3, p. 745-760, set.-dez. 2012

      c) Declaração dos Direitos Humanos (Parte 1 e 2 - anexss)


      B. Vídeos complementares:

      a) Eu e Ela: visita  a Carolina Maria de  Jesus com Dirce Thomaz 

      https://streamyard.com/nnhz4fvtn5

      b) Traga me a cabeça de Lima Barreto com  Hilton Cobra

      c) O Xadrex das Cores

      Com Myriam Pires e Zezeh Barbosa


      d) O Papel e o Mar

      Com Zózimo Bulbul e Dirce Thomaz



      e) Curta-metragem Francês .Liberdade, Igualdade, Cabelo Liso. Liberté Égalité Cheveux Lissés




    • Arquivo ícone

      SOUZA, Vanderlei Sebastião de; SANTOS, Ricardo Ventura. O Congresso Universal de Raças, Londres, 1911: contextos, temas e debates. Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi. Ciências Humanas, v. 7, n. 3, p. 745-760, set.-dez. 2012


    • MÍDIAS NEGRA E INDÍGENAS 

      16.07 | Das 9h às 13h


      Professora ministrante 1 - Claudia Nonato (ECA-USP)

      Professora ministrante 2 - Juliana Salles (PROLAM-USP)

      Mediação: Eliane Almeida (EACH-USP)

      A aula será transmitida via nosso canal Diversidades USP no Youtube.

      A) Plano de aula - Mídias Negras e Indígenas:

      Objetivos

      Conhecer a história da imprensa negra no Brasil; refletir sobre o papel do movimento negro nesse processo, desde o surgimento dos primeiros periódicos até o centenário da abolição (1988); entender as transformações no perfil dos jornalistas a partir da adoção de ações afirmativas; analisar o surgimento de novas mídias negras e indígenas a partir das mudanças estruturais no jornalismo e/ou da introdução das tecnologias; compreender as potencialidades, desafios e limites das mídias negras e indígenas na luta pela garantia dos direitos humanos e no combate à desinformação.

       

      Tópicos abordados

      a)    Breve histórico da imprensa negra no Brasil nos séculos XIX e XX (de 1808 a 1988);

      b)    Ações afirmativas, políticas de cotas e transformações no acesso ao mundo do trabalho dos jornalistas;

      c)    A crise do jornalismo e o surgimento de novas mídias alternativas;

      d)    Novos arranjos alternativos negros;

      e)    Mídias indígenas no pós-CF-88 - resistências e memórias;

      f)     As ressignificações das mídias negras e indígenas (pautas);

      g)    O cenário da desinformação e a Educomunicação nas mídias negras e indígenas.

       

      Bibliografia básica;

      Acervo da Imprensa Negra Paulista. Disponível no endereço http://biton.uspnet.usp.br/imprensanegra/

      ARAUJO, V. T. de. O papel da imprensa negra brasileira. Revista Alterjor, [S. l.], v. 20, n. 2, p. 212-228, 2019. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/alterjor/article/view/157190. Acesso em: 30 jun. 2022.

      Da Rosa, Isabel Cristina Clavelin. Imprensa negra: descobertas para o jornalismo brasileiro. Estudos em Jornalismo e Mídia. Revista do Programa de Pós-graduação em Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).vol. 11, n.2 , 2014.: DOI: https://doi.org/10.5007/1984-6924.2014v11n2p555

      MILHOMENS, L.; MEDINS, G. .Amazônia, Comunicação e Direitos Humanos. Tempo e Espaço Midiáticos, v. 02, p. 142-153, 2017. Disponível em: https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/midiaticos/article/view/3925/11470. Acesso em: 04 jul. 2022.

      NETO, Solon. Tinta Preta e Pele Escura: A necessidade de uma Imprensa Negra. Portal Geledés. Publicado em 16/09/2015. Disponível em https://www.geledes.org.br/tinta-preta-e-pele-escura-a-necessidade-de-uma-imprensa-negra/

       

      Bibliografia complementar

      CARRANCA, Flávio; BORGES, Rosane (Orgs). Espelho Infiel: o negro no jornalismo brasileiro. S. Paulo: Imesp, 2004

      PINTO, Ana Flávia Magalhães. Imprensa negra no Brasil do século XIX. São Paulo: Selo Negro, 2010.

      SODRÉ, Muniz. Claros e escuros: identidade, povo e mídia no Brasil. Petrópolis: Vozes. Pág. 264 a 293

      Vídeos

      Curso Jornalismo Contra Hegemônico (Djamila Ribeiro) - Aulas 6 e 7 - Imprensa Negra e Imprensa Feminista (Plataforma Feminismos Plurais do YouTube).

       

      Aula 6 - Disponível em: <

      >. Acesso em: 04 jul. 2022.

       

      Aula 7 - Disponível em: <

      >. Acesso em: 04 jul. 2022.

       

      (In) visibilidade indígena e trans na cobertura midiática no Brasil. Disponível em: <

      >. Acesso em: 04 jul. 2022.



      B) Atividade complementar - 14h

      Oficina 10: MÍDIA ANTIRRACISTA


      Obrigatória aos alunos do módulo de Raça e Etnia 

      Professora ministrante- Eliane Almeida (EACH-USP)
      Professor ministrante- Anderson Moraes (Jornal Empoderado)


      BIBLIOGRAFIA INDICADA 

      AFOLABI, Niyi. The Quilombo newspaper, Abdias Nascimento, and human rights activism in Brazil. Intellèctus, ano XVII, n. 1, 2018, p. 95-116. Disponível em https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/intellectus/article/view/36013/25709  Acesso em 04/04/2022.


      BORGES, Roberto Carlos da Silva; BORGES, Rosane (Orgs.). Mídia e Racismo. Petrópolis, RJ: DP et Alii; Brasília, DF: ABPN, 2012. (Livro em Português e Inglês) Coleção Negras e Negros: Pesquisa e Debate.


      BARBOSA, Márcio. Frente Negra Brasileira: Depoimentos. São Paulo, SP: Quilombhoje, 1998.


      CARTILHA de Palavras Racistas. FECOMÉRCIO RS/ Sesc/ Senac. Nov./2020.


      DICIONÁRIO de expressões (anti) racistas e como eliminar as micro agressões do cotidiano. Defensoria Pública do Estado da Bahia. 1ª ed. Salavador, BA: ESDEP, 2021. 


      GOMES, Arilson dos Santos … [et al.]. Cartilha antirracista. Redenção, BA: Serviço de Promoção da Igualdade Racial/ UNILAB, 2020.


      OLIVEIRA, Dennis. Jornalismo e emancipação: uma prática jornalística baseada em Paulo Freire. Curitiba, PR: Appris, 2017.

      Quilombo: vida, problemas e aspirações do negro. Edição Fac-Similar. São Paulo, SP: Ed.34, 2003.




    • MOVIMENTO INDÍGENA

      23.07 | Às 14h

      Aula 11 - MOVIMENTO INDÍGENA: TERRITÓRIOS, AUTONOMIAS E RESISTÊNCIAS

      Prof Ailton Krenak - Doctor Honoris Causa UnB

      Profa Ruth Baptista - IPDRS (Bolívia)

      Mediação - Tatiana Azenas CELACC-ECA/USP

      [Aula compartilhada entre o módulo II Gênero e módulo III Raça/etnia]

      A aula será transmitida via nosso canal Diversidades USP do Youtube.


      Ailton Krenak é um líder indígena, ambientalista, filósofo, poeta, jornalista e escritor brasileiro da etnia indígena crenaque. Ailton é também professor Honoris Caula pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e é o mais novo Doutor Honoris Causa da Universidade de Brasília (UnB). É considerado uma das maiores lideranças do movimento indígena brasileiro. Se dedica à defesa dos direitos indígenas desde a década de 80. Fundou a ONG Núcleo de Cultura Indígena, organizou a Aliança dos Povos da Floresta. Krenak nasceu na região do Vale do Rio Doce, uma área profundamente afetada pela atividade de mineração, uma das maiores ameaças aos povos indígenas, que também sofrem com as invasões das terras demarcadas e com a exploração da madeira. É vencedor do Prêmio Juca Pato de Intelectual do Ano, oferecido pela União Brasileira de Escritores.  Autor de Ideias para adiar o fim do mundo: Companhia das Letras, 2019; O amanhã não está à venda. São Paulo: Companhia das Letras, 2020 e a A Vida Não é Útil. São Paulo: Companhia das Letras, 2020, entre outros.

      Ruth Bautista Durán (Bolívia). Joven socióloga especialista en desarrollo rural, egresada de la maestría de literatura latinoamericana de la UMSA, con estudios de etnicidad y género. Ha participado de diferentes procesos investigativos, coordinado una serie de publicaciones sobre el acceso a la tierra, el ámbito territorial, organizativo e identidades políticas. Se considera activista por los derechos de los pueblos indígenas, y actualmente, es investigadora del Instituto para el Desarrollo Rural de Sudamérica – IPDRS.

      A. Referências aula profa. Ruth Baptista - IPDRS (Bolívia)

      a) Estreno del Documental Kausachun Jatun Ayllu yura (Caso 41) Sudamérica Rural IPDRS


      b) R Bautista. Desafíos de las naciones, territorios y organizaciones que caminan hacia las Autonomías Indígenas Originarios Campesinas. GAIOC (2018)

      https://docs.google.com/document/d/1OSIarkXMGYVxSTnO8rk8K8jACacIkRwcu-_HiDDJ6CM/edit

      c) REVISTA SOBRE DEMOCRACIA Y GÉNERO: ELECCIONES SUBNACIONALES Y EJERCICIO DE LOS DERECHOS DE LAS MUJERES EN LA POLÍTICA. Año 2, número 3, noviembre de 2021. © Órgano Electoral Plurinacional Tribunal Supremo Electoral e © Entidad de las Naciones Unidas para la Igualdad de Género y el Empoderamiento de las Mujeres (ONU MUJERES) - [Documento anexo]

      d) Estreno del Documental Kausachun Jatun Ayllu yura

      d) Jayura 

      B. Referência aula prof. Ailton Krenak

      GUDYNAS, Eduardo. Direitos da Natureza: ética biocêntrica e políticas ambientais. São Paulo: Elefante, 2019. 




    • ODS E A QUESTÃO RACIAL: A DÉCADA DO AFRODESCENDENTE E A EXPERIÊNCIA DE DURBAN

      Relatos: 

      Deise Benedito - Assessora Técnica de Segurança Pública na Câmara Federal dos Deputados

      Matilde Ribeiro - Doutora Honoris Causa da Fundação Universidade Federal do ABC (UFABC)

      Mediação: Eliane Almeida (EACH-USP)

      [Aula compartilhada entre os módulos III. Raça/etnia, II. Gênero e V. Imigração/refugiados 

      30.07 | Das 9h às 13h

      A aula será transmitida via nosso canal Diversidades USP no Youtube.


      Objetivo: Nossas convidadas irão relatar as experiências da Conferência de Durban (2001), seu caminho histórico quanto a posição do Estado Brasileiro frente ao racismo e quais os aprendizados, legados e desafios 20 anos depois. Há dois anos de conclusão da Década Internacional dos Afrodescendentes – 2015 a 2024, instituída pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas – ONU, por meio da resolução 68/237,  quais medidas foram tomadas pelos Estados-membros, especialmente governos brasileiros e a sociedade civil para a implementação de um conjunto de atividades para o pleno aproveitamento dos direitos econômicos, sociais, culturais, civis e políticos de pessoas afrodescendentes, bem como sua participação plena e igualitária em todos os aspectos da sociedade.

      Deise Benedito é graduada em Direito- Especialista em Relações Étnico Raciais- Gênero Segurança Pública Sistema Prisional. Mestre em Direito e Criminologia- UnB- Ex- Perito do Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate a Tortura. Atualmente é Assessora Técnica de Segurança Pública na Câmara Federal dos Deputados.

      Matilde Ribeiro é graduada em Serviço Social (1983), mestre em Psicologia Social (1999) e Doutora em Serviço Social (2013) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC-SP. Realizou curso de especialização em Gestão Ambiental/USP e em Técnica Aplicada ao Psicodrama Pedagógico/Grupo de Estudos de Técnicas Psicodramáticas (GETEP-SP). A experiência profissional concentra-se na área de gestão pública (políticas de gênero e raça); docência em nível superior em instituições públicas e privadas; e, assessoria a Movimentos Sociais. A militância politica desenvolve-se junto ao movimento negro, de mulheres negras, e, feminista. Desde 2014 é professora adjunta na UNILAB no Instituto de Humanidades/Curso de Pedagogia no Campus Liberdade/Redenção-CE, coordena o AMANDLA - Grupo de Estudos, pesquisas e extensão: políticas públicas de questões de gênero, étnico raciais, desenvolvimento e territorialidade. Foi professora na FAPSS/SP (Faculdade Paulista de Serviço Social) de 2010 a 2013, e, na FMU/SP - Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas, em 2002. Exerceu o cargo de Ministra na SEPPIR (Secretaria Especial de Política de Promoção da Igualdade Racial) no Governo Federal (2003 a 2008). Em 2002, integrou a Equipe de Transição de Governo e a Coordenação do Programa de Governo do candidato às eleições presidenciais de Luiz Inácio Lula da Silva. Exerceu o cargo de Secretária Adjunta na SMPIR - Secretaria de Promoção da Igualdade Racial da Prefeitura de São Paulo (2013-2014) e de Assessora dos Direitos da Mulher na PMSA - Prefeitura de Santo André (1997-2001). Integra o Conselho da Revista Estudos Feministas e o Conselho AFRICA/Instituto Lula. Integrou a equipe técnica da Sempre Viva Organização Feminista (1987-1995) e do Instituto Cajamar Formação Politica para Trabalhadores (1996-1997). Publicou o livro Política de Promoção da Igualdade Racial no Brasil (1986/2010) pela Editora Garamond Universitária/Rio de Janeiro (2014); coautora do livro O Serviço Social e o Combate ao Racismo Diálogos pela Editora Nova Práxis/Curitiba (2019) e organizadora do livro As políticas de Igualdade racial: reflexões e perspectivas pela Editora Fundação Perseu Abramo (2012). Na Revista Estudos Feministas - Universidade Federal de Santa Catarina/Centro de Comunicação e Expressão é co-organizadora do Dossiê: 120 anos da Abolição - um processo ainda inacabado (1999) e do Dossiê: Mulheres Negras (1995). Em 2021, recebeu o título de Doutora Honoris Causa da Fundação Universidade Federal do ABC (UFABC).



    • ATIVIDADE COMPLEMENTAR - "OFICINAS - PRODUÇÃO DE JORNALISMO DIGITAL"

      Dia 06.08 

      Objetivo: 

      Produção de trabalho de conclusão do curso (atividade prática) com base no conteúdo oferecido nas aulas e oficinas (módulo I e módulo III) somente para os alunos inscritos no módulo raça/etnia.

      Orientações gerais:

      a) Os trabalhos serão produzidos em grupos e ficarão disponíveis no site do projeto.

      b) Necessário inscrição prévia neste formulário para participar. (INSCRIÇÕES ENCERRADAS PARA OFICINAS DO DIA 06))

      https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdOdPakHjfLrTJuAHmHNFV7kwlsEvKWY1qrbwhT17PHs3LRHw/viewform

      c) Cada aluno poderá escolher apenas uma oficina de jornalismo digital.

      d) Para cada oficina, os ministrantes responsáveis definirão as regras das produções jornalísticas a serem realizadas pelos alunos.

      e) Atividade opcional para inscritos no módulo raça/etnia.

      **Oficinas serão oferecidas pela plataforma Zoom. 

      ***Os alunos ouvintes poderão acompanhar as oficinas retransmitidas pelo Canal Diversidades USP do Youtube.

      ****O link de acesso à plataforma Zoom será enviado previamente por e-mail aos inscritos nesse formulário.

      **** Os alunos inscritos no módulo raça/etnia que não participarem de uma das quatro oficinas receberão falta.

      ****Pedimos que registrem presença normalmente no Moodle durante os horários da oficinas oferecidas. 

      Programação:

      A. Oficina - Texto jornalístico para mídias digitais (06/08) - 9h (INSCRIÇÕES ENCERRADAS)
      Ministrante: Profa. Tatiana Oliveira - CELACC-ECA/USP
      Mediação: Eliane Almeida (EACH-USP)

      [BREVE, INSTRUÇÕES PARA ENVIO DE TRABALHOS] Atividade opcional.
      [SUGESTÃO DE FORMAÇÃO DE GRUPOS E EMAIL DE CONTATO - ANEXO]



      B. Oficina - Produção de podcast (06/08) - 14h (INSCRIÇÕES ENCERRADAS) [**PLANO DE AULA, ABAIXO]
      Ministrantes: Lucas Leonel (FFLH-USP), Saulo Vilanova (FFLH-USP) e Vitória Viana | Podcast - Memórias Quebradas
      Mediação: Tâmara Pacheco (EACH-USP)

      [INSTRUÇÕES PARA ENVIO DE TRABALHOS E FORMAÇÃO DOS GRUPOS, EM DOCUMENTOS ANEXOS - ABAIXO]Atividade opcional.



      ****Devido ao limite de acesso à plataforma Zoom, encerramos as inscrições das oficinas 'Texto jornalístico para mídias digitais' e Produção de podcast'. Os alunos do módulo raça/etnia que não puderam se inscrever a tempo poderão acompanhar umas das oficinas via canal Diversidades USP do Youtube e apresentar seus trabalhos para uma das 4 modalidades correspondentes, acolhendo as instruções dos respectivos professores responsáveis e indicando seus nomes nas produções a serem entregues por grupos que serão formados. ***** 

      **** Para participarem das dinâmicas das oficinas via Zoom, orientamos que se inscrevam nas modalidades "Entrevistas no formato audiovisual" e "Imagem, fotojornalísmo e audiovisual" do próximo sábado. **** Vagas limitadas. 

      ****Inscrições até 04/08 (Quinta-feira).

      b. Plano de aula: Oficina - Produção de Podcast
      Com Lucas Leonel (FFLH-USP), Saulo Vilanova (FFLH-USP) e Vitória Viana (FFLCH)

      1. Apresentação do Centro de Memória e do podcast

      2. Técnicas de produção: o que pensar para construir um podcast? A nossa experiência:

      - Tema do podcast

      - Roteirização

      - Linguagem

      - Formato (vozes do podcast, tempo dos episódios, propósito e público do podcast)

      - Quantidade e separação dos episódios (organização da temporada, definição de ciclos e hiatos)

      - Marketing, divulgação e publicidade

      - Identidade (nome, logo, manifesto)

      - Público-alvo

      - Gravação, Edição e Anchor (equipamentos, formas de gravar, Audacity)


      Dinâmica de separação dos grupos

      - Criação de um projeto de podcast (formato, tema, nome, divulgação, tempo, público-alvo) 

      [30 minutos de reunião em grupo]

      Apresentação das propostas (projetos) por representantes de grupos

      [5 min]

      Orientações finais gerais.

      Referências de podcast:

      Manda Notícias

      Próxima Parada (Agência Mural)

      Hoje na Luta (MTST)

      O Corre Coletivo


      Mini biografia dos professores ministrantes

      Tatiana Oliveira é jornalista e radialista. Doutora em Integração da América Latina, Mestra em Mudança Social e Participação Política, Especialista em Mídia, Informação e Cultura. Professora e pesquisadora do CELACC-ECA/USP. Co-fundadora da Rede Antirracista Quilombação e integrante da Marcha de Mulheres Negras de SP.

      Vitória Viana é pesquisadora, apresentadora do podcast Memórias Quebradas, do Centro de Memória Ana Dias e graduanda em Letras pela USP atua como professora de espanhol e educadora social no Instituto Rizomas, no Capão Redondo.

      Lucas Leonel é pesquisador, apresentador do podcast Memórias Quebradas, do Centro de Memória Ana Dias e graduando em Letras pela USP e atua em diversos coletivos de quebrada, como a Maloka Socialista e a Rede Ubuntu de Cursinhos Populares.

      Saulo Vilanova é pesquisador, apresentador do podcast Memórias Quebradas, do Centro de Memória Ana Dias e graduando em Letras pela USP. Atua como educador e coordenador na Rede Ubuntu de Cursinhos Populares e organizador do Sarau Apoema, no Jardim Ângela.

      Breve, mais informações.





    • Arquivo ícone

      Sugestão de formação de grupo com base nos inscritos na oficina Texto Jornalístico.

      Alunos que assistiram a oficina pelo Youtube também podem participar, entrando em contato com os integrantes dos grupos. 

      Atividade opcional. Somente para alunos devidamente inscritos no módulo raça/etnia da formação Diversidades USP. 

    • Arquivo ícone

      Relação de inscritos na oficina Produção de Podcast para orientação de formação de grupos.

    • Arquivo ícone

      Atividade opcional. (Não obrigatória)

      Aos grupos que optarem por produzirem os trabalhos, seguir as instruções de envio.

    • Arquivo ícone

      Prazo de entrega do trabalho prorrogado para o dia 30 de setembro.


    • ATIVIDADE COMPLEMENTAR - "OFICINAS DE PRODUÇÃO DE JORNALISMO DIGITAL"

      Dia 13.08 

      [Oficina - Entrevistas no formato audiovisual - 9h [Por questões de saúde, prorrogada para o dia 20/08, às 9H]

      Objetivo: 

      Produção de trabalho de conclusão do curso (atividade prática) com base no conteúdo oferecido nas aulas e oficinas (módulo I e módulo III) somente para os alunos inscritos no módulo raça/etnia.

      Orientações gerais:

      a) Os trabalhos serão produzidos em grupos e ficarão disponíveis no site do projeto.

      b) Necessário inscrição prévia neste formulário para participar. (INSCRIÇÕES ENCERRADAS PARA OFICINAS DO DIA 13)

      https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdOdPakHjfLrTJuAHmHNFV7kwlsEvKWY1qrbwhT17PHs3LRHw/viewform

      c) Cada aluno poderá escolher apenas uma oficina de jornalismo digital.

      d) Para cada oficina, os ministrantes responsáveis definirão as regras das produções jornalísticas a serem realizadas pelos alunos.

      e) Atividade opcional para inscritos no módulo raça/etnia.

      **Oficinas serão oferecidas pela plataforma Zoom. 

      ***Os alunos ouvintes poderão acompanhar as oficinas retransmitidas pelo Canal Diversidades USP do Youtube.

      ****O link de acesso à plataforma Zoom será enviado previamente por e-mail aos inscritos nesse formulário.

      ****Inscrições até 04/08 (Quinta-feira).

      **** Os alunos inscritos no módulo raça/etnia que não participarem de uma das quatro oficinas receberão falta.

      ****Devido ao limite de acesso à plataforma Zoom, encerramos as inscrições das oficinas 'Entrevistas no formato audiovisual' e 'Imagem, fotojornalismo e audiovisual'. Os alunos do módulo raça/etnia que não se inscreveram a tempo poderão acompanhar uma das oficinas via canal Diversidades USP do Youtube e apresentar seus trabalhos para uma das 4 modalidades correspondentes, acolhendo as instruções dos respectivos professores responsáveis e indicando seus nomes nas produções a serem entregues por grupos que serão formados. *****  

      Programação:

      C. Oficina - Entrevistas no formato audiovisual - 9h (INSCRIÇÕES ENCERRADAS)

      Ministrante: Profa. Tatiana Oliveira - CELACC-ECA/USP [Oficina prorrogada para o dia 20/08, às 9H]

      Mediação: Juliana Salles - PROLAM-USP

      **Instruções para envio do trabalho, abaixo (anexo). [Atividade opcional]


      D. Oficina - Imagem, fotojornalismo e audiovisual - 14h (INSCRIÇÕES ENCERRADAS)
      Ministrante: Profa. Andrea Rosendo - PROLAM-USP [**Ementa da oficina, abaixo]
      Mediação: Tâmara Pacheco - EACH-USP



      [Instruções para envio dos trabalhos oficina Imagem, anexo]
      [Sugestão de listagem dos grupos oficina Imagem, anexo] 

      Mini biografia das professoras ministrantes:

      Tatiana Oliveira
      é jornalista e radialista. Doutora em Integração da América Latina, Mestra em Mudança Social e Participação Política, Especialista em Mídia, Informação e Cultura. Professora e pesquisadora do Celacc/ECA/USP. Co-fundadora da Rede Antirracista Quilombação e integrante da Marcha de Mulheres Negras de SP.

      Andrea Rosendo é jornalista, doutoranda pelo Programa de Pós-Graduação em Integração da América Latina da Universidade de São Paulo (Prolam/USP). Mestre em Comunicação (UFPR). Integrante da Cátedra Otavio Frias Filho de Estudos em Comunicação, Democracia e Diversidade (IEA-USP). Investiga o pensamento produzido por mulheres da América Latina, analisando as narrativas audiovisuais do cinema brasileiro e equatoriano a partir da perspectiva Decolonial/ Anticolonial.


      D. EMENTA - Oficinas Jornalismo Digital: Imagem, Fotojornalismo e Audiovisual (Profa. Andrea Rosendo - PROLAM-USP)

      A  proposta da oficina é promover reflexões introdutórios em torno dos conceitos  de imagem, visualidades e sociologia da imagem.  O objetivo é debater como esse conjunto de conhecimento pode ajudar os/as formandos/as a compreenderem práticas sociais no fotojornalismo e produções audiovisuais brasileiras. 

      Emprega-se a perspectiva das Epistemologias Decolonial/Anticolonial, sobretudo ligadas a temas como  colonialidade do poder e colonialidade do saber para procurar entender os mecanismos da construção de visualidades e narrativas em produções fotojornalísticas e  audiovisuais. 

      A oficina também apresentará alguns métodos científicos para análise de imagens, tais como Análise Fílmica, Análise de Conteúdo, Antropologia Visual, Modos de Endereçamento, Análise Semiótica, dentre outros. Os métodos possibilitam  compreender os aspectos visuais, bem como as mensagens e discursos  narrativos de fotografias e produtos audiovisuais. 

      Busca-se, ainda, promover a discussão sobre ressignificação na representação de corporalidades contra-hegemônicas, visualidades insurgentes e descolonização de narrativas históricas coloniais. 

      Por fim, serão informados os procedimentos para a produção de um trabalho de conclusão de curso e os critérios de avaliação. Os formandos terão de criar -  em grupos de até cinco participantes -  um conjunto de 10 a 12 fotos e material audiovisual. Os arquivos deverão ser entregues na em PDF ou WMV/MP4. 

      PALAVRAS-CHAVES: 

      Perspectiva Decolonial/Anticolonial; Visualidades; Narrativas fotojornalisticas e audiovisuais; Representação; Metodologias.

      REFERÊNCIAS 

      ARAÚJO, Joel Zito. O tenso enegrecimento do cinema brasileiro nos últimos 30 anos, Cinémas d’Amérique latine [En ligne], 26 | 2018, mis en ligne le 24 juillet 2019. DOI:https://doi.org/10.4000/cinelatino.4185. Disponível em: <https://journals.openedition.org/cinelatino/4185>;. Acesso em 01 dez. 2020.

      CAIXEITA, Rubens; GUIMARÃES, César. Pela distinção entre ficção e documentário, provisoriamente. In: COMOLLI, Jean-Louis. Ver e Poder. Belo Horizonte: UFMG, 2008.

      RIVERA CUSICANQUI, Silvia. Sociología de la Imagen: miradas ch'ixi desde la historia andina. Buenos Aires: Tinta Limón, 2015

      GONZALEZ, Lélia. Primavera para as rosas negras: Lélia Gonzalez, em primeira pessoa. São Paulo, UCPA, 2018. Editado de forma independente pela União dos Coletivos Pan-Africanistas de São Paulo.

      Hooks, Bell. Olhares negros: raça e representação. São Paulo: Elefante, 2019.

      JOLY, Martine. Introdução à Análise da Imagem - 14ª ed . Campinas, SP: Papirus Editora, 2012.

      MARTIN, Marcel. A linguagem cinematográfica. São Paulo: Brasiliense, 2003.

      QUIJANO, Aníbal. (2005), “Colonialidade do poder, eurocentrismo e América Latina”, in E. Lander (org.), A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais, perspectivas latino-americanas, Argentina, Coleccion Sur-Sur, Ciudad Autônoma de Buenos Aires, Argentina, CLACSO.

      RIVERA Cusicanqui, Silvia. Ch’ixinakax utxiwa. Una reflexión sobre prácticas y discursos descolonizadores. Buenos Aires: Tinta Limón, 2010. 80 pp.

      SCHWARCZ, Lilia Moritz. Lendo e agenciando imagens: o rei, a natureza e seus belos naturais. Sociologia & Antropologia, Rio de Janeiro, v. 4, n. 2, p. 391-431, 2014. Disponivel em: <https://www.scielo.br/pdf/sant/v4n2/2238-3875-sant-04-02-0391.pdf>. Acesso em out, 2020.

      SICARD, Monique. A fábrica do olhar: imagens da ciência e aparelhos de visão (século XV-XX). Trad. Pedro Elói Duarte. Lisboa: Edições 70, 2006.as

      SOUZA, Edileuza Penha de (Org.) Negritude, cinema e educação: caminhos para a implementação da lei 10.639/2003 (2 vols.). Belo Horizonte: Mazza, 2006.

      STAM, Robert. Introdução à teoria do cinema. Campinas: Papirus, 2013. 

      VANOYE, Francis; GOLIOT-LÉTÉ, Anne. Ensaio sobre a análise fílmica. Campinas: Papirus, 1994.





    • Arquivo ícone

      Listagens de alunos inscritos na oficina.

      Alunos inscritos no módulo Raça/Etnia - da formação Diversidades - podem participar da apresentação de trabalhos em grupo entrando em contato com integrantes da listagem. 

    • Arquivo ícone

      Sugestão de formação de grupos para oficina de Entrevistas.

      Os nomes que não estiverem na lista, incluí-los na entrega do trabalho - conforme instrução acima.