Do Cururu ao Feminejo
Contorno da seção
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Boas-vindas ao nosso curso "Do Cururu ao Feminejo"! Iremos embarcar em uma jornada para entender como a música que hoje chamamos de "sertaneja" ou "caipira" se formou no Brasil, com toda complexidade que a interação com as mídias como fonograma, rádio, televisão, cinema, televisão e redes sociais adicionaram de tempero nessa manifestação.
Antes de Cornélio Pires lançar a famosa "Série Vermelha" em 1929, a viola e seus ritmos já estavam conosco.
"Cumbe 8º Tom", extraída de um compêndio português com diferentes obras para viola escritas entre 1700 e 1750. Ritmo de origem afro-brasileira.
Por que estudar este gênero dentro das escolas?
Estudar a música sertaneja é mergulhar em uma mídia de memória. É entender como as raízes culturais não são relíquias para museus de arqueólogos, mas forças vivas que nos ajudam a compreender nossa própria identidade nacional. Mais especificamente dentro da abordagem educomunicativa desse curso, uma leitura crítica das mídias apoiará os estudantes a entenderem o que está em jogo dentro das representações que se faz de manifestações com raízes na oralidade, mas que conquistou os holofotes de grandes palcos.
Neste curso, utilizaremos recursos de UX (User Experience) e interfaces interativas para que você seja um sujeito autônomo na construção do seu conhecimento e de seus futuros alunos. Vamos olhar para a viola e a música sertaneja não como um resto do passado, mas como um instrumento que, ao vibrar, revela as tensões entre o arcaico e o moderno que ainda definem o Brasil.
Prepare sua audição e sua mente crítica. A música sertaneja está prestes a contar a história de um Brasil que você ainda não viu nos livros convencionais.
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Assista ao vídeo para compreender a proposta e acompanhar o curso da melhor maneira.
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